Categoria: Saúde Geral

10 TRATAMENTOS E REMÉDIOS NATURAIS PARA CÓLICAS MENSTRUAIS

10 TRATAMENTOS E REMÉDIOS NATURAIS PARA CÓLICAS MENSTRUAIS

A criação do anticoncepcional e outros remédios que auxiliam a cólica menstrual (dismenorreia), foram mulheres, auxiliando-as na saúde e na conquista das independências sexual e profissional, porém muitas delas têm problemas relacionados à menstruação e cólicas e não se dão bem com os remédios tradicionais, afinal o que fazer quando isso acontece?

A medicina alternativa tem ganhando cada vez mais espaço no tratamento para a cólica menstrual, dores, ansiedade e a TPM, fatores que tanto alteram o estado emocional das mulheres nesse período.

Pesquisadores e ambulatórios confirmaram em estudos como certos tipos de produtos naturais e técnicas de massagem podem ser eficazes no período de cólica, separamos algumas delas para você:

Valeriana
Pesquisadores da Universidade Hungkuang de fertilização in vitro, em Taiwan, juntamente com outros órgãos de pesquisa do país, testaram a valeriana em forma de placebo em 100 estudantes, no começo da menstruação, e durante dois dias e concluíram que a valeriana pode ser eficaz para amenizar dores causadas pela cólica.

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Massagem
Os mesmos pesquisadores concluíram, em uma nova pesquisa, que a cólica pode ser aliviada por aroma essencial de óleo de massagem. O estudo foi efetivado misturando óleos essenciais, durante o período de cólicas menstruais, em pacientes nos ambulatórios e explorou ingredientes analgésicos nos óleos, que quando usados em forma de creme diariamente, resultavam na diminuição significante da dor abdominal.

Acupuntura
A acupuntura não é só um alívio ao estresse e às dores de coluna, mas também é eficaz na cólica menstrual. Um estudo, conduzido entre dezembro de 2000 e agosto de 2001, com 69 estudantes, atendidas no Colégio Técnico de Taiwan, concluiu que após tratamento a acupuntura pode ser eficaz no tratamento de cólica primaria, quando as pacientes não apresentam históricos de problemas maiores em sua menstruação.

Açafrão, semente de aipo e anis
Em estudo realizado na Universidade de Isfahan, no Irã, concluiu entre 180 estudantes mulheres, de 18 e 27 anos, que pode haver amenização de dores significativas na cólica com o uso de açafrão, semente de aipo e anis.

Erva-doce
Um estudo realizado em Kerman, República Islâmica do Irã, comparou a eficácia erva-doce e ácido mefenâmico para alívio da dor da cólica primária. Entre os dois grupos do Ensino Médio que participaram da pesquisa, conclui-se que o efeito da erva doce é o mesmo efeito que ocorre em remédios tradicionais, logo é possível usá-la contra cólica perdcamente tanto quanto um remédio usual.

Gengibre
Não só a erva-doce, mas também o gengibre pode ajudar mulheres com cólicas. A cápsula de gengibre em pó é tão eficaz quanto o ácido mefenâmico, segundo pesquisa realizada em ambulatórios, entre setembro de 2006 e fevereiro de 2007.

Extrato de folhas de goiabeira
Um estudo clínico realizado em ambulatórios, feito com 197 mulheres, acompanhadas por 4 meses, concluiu um efeito favorável do extrato de folhas de goiabeira em dores abdominais intensas, causadas pela cólica.

Óleo de krill
Em estudo realizado também em ambulatórios, com 70 pacientes, comparou a eficácia do óleo de krill e leo de ômega 3 de peixe para amenizar cólicas. Segundo resultados feitos por estatísticas e auto avaliação das pacientes, o óleo de krill pode ser mais eficaz na cólica que o ômega 3.

Tomilho
Em estudo realizado, na Babol Universidade de Ciências Médicas, com 84 estudantes, concluiu que com 25 gotas de óleo essencial de tomilho em cada paciente, auxiiam na dor abdominal da cólica.

Cólica menstrual

A cólica menstrual, também chamada de dismenorreia, afeta diretamente a vida da mulher e pode estar relacionada com problemas no sistema genital.
Publicado por: Vanessa Sardinha dos Santos em Problemas de Saúde

A cólica menstrual pode afetar diretamente o dia a dia da mulher
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A cólica menstrual, também chamada de dismenorreia, é uma dor uterina que pode ocorrer antes ou durante o período menstrual. Normalmente, a menstruação com muita dor impede que a mulher realize suas atividades diárias, desencadeando, portanto, sérios problemas, que afetam a vida pessoal e até mesmo profissional. Esse quadro pode repetir-se continuamente, uma vez que a dismenorreia ocorre de modo cíclico.

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→ Como é a dor da cólica menstrual?
A dor causada pela dismenorreia apresenta-se na forma de cólica e pode ser branda, causando apenas desconforto, ou intensa. Essa dor geralmente atinge a região do baixo-ventre ou a região lombar. Além da dor característica, cerca de 50% das mulheres reclamam de náuseas, vômitos, diarreias, nervosismo, tonturas, desmaios, dores de cabeça e nas mamas e inchaço.

Vale frisar que a cólica menstrual não é exclusividade de poucas mulheres. Estima-se que 90% das mulheres já passaram por esse problema em algum momento da vida, e essa dor pode durar por mais de um dia. Já a sua intensidade pode ter relação com problemas como tabagismo, alcoolismo e obesidade.

→ Dismenorreia primária e secundária
A dismenorreia pode ser classificada em primária ou secundária:

A primária, que também pode ser chamada de intrínseca, essencial ou idiopática, é aquela menstruação dolorosa que ocorre quando a paciente não apresenta nenhum problema pélvico ou outra condição orgânica. Esse tipo de cólica é causado pelo aumento de substâncias conhecidas como prostaglandinas, que são responsáveis por causar vasoconstrição e contração muscular. Geralmente ela ocorre com maior intensidade no início dos ciclos menstruais, diminuindo com a idade ou mesmo com a gravidez.

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A dismenorreia secundária está relacionada com problemas que causam alteração no sistema reprodutivo e geralmente acomete mulheres mais velhas, com idade entre 30 e 40 anos. Normalmente a dismenorreia que começa após dois anos da primeira menstruação tem causa secundária. Entre esses problemas, podemos citar anormalidades na anatomia do útero e da vagina, endometriose, miomas, infecções pélvicas, anticoncepcionais e uso do DIU.
→ Tratamento da cólica menstrual
A cólica menstrual é tratada geralmente com anti-inflamatórios não hormonais, os quais bloqueiam as prostaglandinas. Eles devem ser administrados antes ou durante os dias de menstruação. Entretanto, existem outras formas de tratamento, como o uso de anticoncepcionais, dieta apropriada, bolsa de água quente, massagem e exercício físico, o qual leva ao aumento da vasodilatação. Vale frisar que, quando a dismenorreia tem causa secundária, o tratamento volta-se para o problema que está desencadeando a dor.