Categoria: Emagrecimento

A Massagem Redutora

É a massagem com finalidade estética propriamente dita. Apesar de não haver comprovação científica de que a massagem realmente reduz medidas, trata-se de uma modalidade muito procurada em razão do pensamento do senso comum de que a massagem é capaz de resolver todos os males.

Apesar de todo o marketing em cima das novas técnicas de “massagens milagrosas”, há somente um tipo de massagem redutora. As clínicas tentam chamar a atenção dos clientes modificando o nome dos tratamentos, incrementando com complementos e acessórios, aumentando o tempo da sessão, utilizando cremes com temperaturas diferentes e princípios ativos inovadores, aumentando a pressão das manobras e utilizando novos aparelhos.

Até quatro mãos ao mesmo tempo, ou seja, duas pessoas realizando a massagem também é um artifício para aumentar o fluxo de clientes. Todos os métodos, fundamentados ou não, têm a mesma finalidade: reduzir medidas e modelar o corpo. E, assim, surgem as nomenclaturas: “massagem modeladora” “lipoescultura manual”, “massagem turbinada” ou “massagem escultural”, etc.

Entretanto, o que realmente é um efeito desse tipo de massagem é o favorecimento da troca de líquidos, que pode implicar na melhora da circulação periférica que dará condições aos adipócitos, em especial os localizados mais superficialmente, de manterem sua carga, impedindo a sedimentação que dá origem à celulite.

Outro benefício: alguns acreditam que a massagem estimula a contração da musculatura vascular, tonificando a região massageada. E o amassamento diminui os espaços intercelulares, fazendo com que cada célula de gordura ocupe o seu lugar, o que faz com que ocupem menos volume, reduzindo alguns centímetros do local trabalhado.

Ressaltamos que Massagem Redutora e Drenagem Linfática Manual não são a mesma coisa. A primeira consiste em manobras vigorosas e bem ritmadas e rápidas, no melhor estilo “sovar pão”. A segunda é suave, lenta e rítmica, com uma dança de balé, sem nenhuma pressão. Além de seus objetivos e indicações diferirem. A redutora tem o objetivo de mobilizar o tecido gorduroso e modelar a silhueta. A drenagem, além de eliminar líquidos tem finalidades terapêuticas.

Atualmente, até mesmo a classe médica, que condenava a técnica, tem reconhecido o seu valor, em especial os médicos especializados em medicina estética. Alguns afirmam que os movimentos colaboram com o aumento do metabolismo dos adipócitos, assim como com a circulação local. Todavia, não é correto dizer que pode gerar a lipólise (quebra de gordura) e a consequente redução dos acúmulos adiposos no local trabalhado.

Portanto, é importante o conhecimento profundo da anatomia humana. Isto porque, no momento de modelar o corpo, podem-se fazer manobras que mexem com a fibra muscular. Qualquer movimento inadequado pode gerar hematomas. E, ao contrário do que muitas massoterapeutas alegam, um enorme hematoma não significa que é o local onde a gordura foi “destruída”.

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Na realidade, são locais aonde vasos sanguíneos e linfáticos foram lesados e, sabemos que locais de circulação prejudicada não favorecem o tratamento de gordura localizada, muito menos da celulite. A dor após as primeiras sessões é comum, mas não é normal que estas dores sejam frequentes.

É necessário informar que os resultados conseguidos na primeira sessão não são duradouros. O que pode ser perdido imediatamente é uma grande quantidade de líquido que será reposta nas próximas horas quando ingerimos água, sucos e outros tipos de líquido.

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Ressaltamos também que não beber líquidos para manter resultados por mais tempo é um grave erro, pois a ausência de líquidos no organismo durante a realização de tratamentos que aceleram o metabolismo e a degradação de triglicerídeos pode ocasionar uma sobrecarga renal e hepática.

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As manobras podem ser combinadas a cremes poderosos e associada a equipamentos estéticos, especialmente o ultrassom, além de acessórios como rolinhos com ventosas e bambus, em sessões que podem durar até uma hora e meia.

Entre as substâncias mais usadas nos cremes utilizados com o objetivo de redução estão: castanha da índia, centelha asiática, ginkgo biloba, mentol e cânfora, cáscara sagrada, cafeína, fosfoditilcolina, entre outros. Os cosméticos hiperêmicos (que esquentam e deixam a região avermelhada) ajudam a ativar a circulação do local, otimizando o metabolismo e facilitando o processo de redução.

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Já os crioterápicos (que esfriam o local) diminuem a temperatura das células adiposas, que acabam enviando uma mensagem ao hipotálamo, que, por sua vez, manda uma mensagem de volta para os adipócitos, aumentando o seu metabolismo para que a energia gasta produza calor para aquecer a área resfriada, ajudando assim a dissolver os lipídios.

Além dos cremes, géis e máscaras redutoras também são importantes aliados. Os ingredientes desses produtos melhoram a circulação. Alguns podem possuir enzimas que agem no interior das células de gordura e podem colaborar com a diminuição no processo de estocagem de lipídios. Outras máscaras corporais possuem alguns princípios ativos tensores, que têm a finalidade de tonificar a pele.

Considerando todos os cremes do mercado, o ideal é aquele que desliza bem, sendo agradável a sua sensação na pele. Isto também leva a uma grande economia, pois cremes que não deslizam e “grudam” na pele rendem muito menos do que deveriam.

Óleos corporais têm um bom deslizamento, no entanto, são mais difíceis de sair da pele. Às vezes, as clientes saem da cabine e vão direto para algum compromisso, não sendo conveniente que estejam “meladas” com o óleo, que pode até mesmo provocar manchas na roupa.

A realidade é que este tipo de tratamento deixou de ser realizado apenas em clínicas ou consultórios e, atualmente, praticamente todos os salões de beleza possuem um profissional que realiza massagens. É um chamariz para clientes ansiosas por ter uma silhueta mais bonita.

Para uma adesão consciente, é importante explicar detalhadamente todas as etapas do procedimento, o número de sessões do pacote, os resultados esperados e a necessidade de aliar dieta e exercícios físicos ao tratamento da massagem.

Kombucha: o que é, benefícios, como fazer, receitas, onde comprar?

Há quem prefira adquirir o produto pronto em lojas ou mercados. Aliás, há alguns anos, encontrar o kombucha nas prateleiras não é tarefa complicada, pois o mercado cresceu significativamente — tanto que há cerca de 5 anos existiam apenas 2 ou 3 marcas produtoras.

Em 2018, o Brasil viu surgir a ABKom, Associação Brasileira de Kombucha, que reúne mais de 40 empresas e produtores do país inteiro.

Nos EUA, onde já é bastante conhecida, a venda de kombucha movimenta cerca de 1 bilhão de dólares anualmente (quase 4 bilhões em reais) e, no Brasil, a estimativa é que movimente mais de 20 milhões de reais só em 2018.

O segmento promissor torna evidente que o produto é bastante querido entre os consumidores — seja pela variedade de sabor ou pelos benefícios ao organismo.

Índice — neste artigo você vai encontrar as seguintes informações:

O que é o Kombucha?
Origem
Benefícios: para que serve?
Malefícios
Kombucha emagrece?
Como é feito?
Como fazer o kombucha?
Primeira fermentação
Segunda fermentação
Quanto tempo de fermentação?
Como saborizar o kombucha?
Scoby: como cuidar?
Como tomar o kombucha?
Quanto consumir?
Como armazenar?
Quem não pode beber?
Receitas com kombucha
Onde comprar kombucha e preço
O que é o Kombucha?
Adocicada, gasosa e um pouco ácida, o kombucha é resultado do chá preto ou do chá verde adoçado com açúcar e fermentado com uma colônia de bactérias chamada de Scoby.

O açúcar funciona como alimento para as bactérias, fazendo com que elas se multipliquem e acrescentem a característica gaseificada à bebida.

Não importa exatamente a pronúncia — kombucha ou kombutchá —, são os benefícios e o sabor que fazem a fama da bebida, que é originária da China, passou pela Europa, América e chegou ao Brasil.

Com propriedades probióticas, ou seja, rico em bactérias boas para o funcionamento do organismo — semelhantes àquelas encontradas em iogurtes e no kefir — cada copo de kombuchá é rico em microrganismos vivos que se proliferam e promovem o bom funcionamento intestinal.

Além disso, dependendo das substâncias adicionadas à bebida, pode-se obter um líquido rico em vitaminas B1, B2, B3, B6, B12 e C, essenciais para a manutenção e funcionamento do organismo.

Os adeptos do consumo ainda apostam que a bebida pode melhorar o sistema imune, dar mais disposição e auxiliar no funcionamento digestivo. Mas também pode ser uma opção para substituir refrigerantes e sucos industrializados, tornando a ingestão mais saudável, sem perder o sabor.

Origem
O kombucha não é novo — aliás, há indícios de que a bebida já era popular na China da Dinastia Quin, ou seja, há mais de 2 mil anos. As tradições chinesas se espalharam e influenciaram várias culturas pelo mundo, não sendo diferente com o kombucha.

Não demorou muito para que a bebida chegasse à Rússia, Índia, Europa, América do Norte e, mais recentemente, ao Brasil.

Na Europa e Rússia, o produto era bastante apreciado e popular no período que antecedeu a 2ª Guerra Mundial. Mas devido ao racionamento de produtos como o açúcar e os chás, o consumo se tornou cada vez menor e mais difícil.

Mas sem perder a tradição, o kombucha foi reincorporado às práticas de consumo, tornando-se popular principalmente na Europa.

Aos poucos, com mais estudos sobre os benefícios dos alimentos, o produto despertou interesse devido às suas propriedades funcionais.

Benefícios: para que serve?
O kombucha é considerado um alimento probiótico e funcional. Seus benefícios são semelhantes àqueles dos iogurtes naturais, auxiliando no equilíbrio da flora intestinal e participando do bom funcionamento orgânico. Entre eles estão:

Melhora a absorção nutricional
Devido à capacidade probiótica, o kombucha auxilia na saúde do intestino, favorecendo a correta eliminação das fezes e o equilíbrio das bactérias naturalmente presentes na região.

Além de melhorar os sintomas da prisão de ventre, por exemplo, os probióticos fazem com que os nutrientes sejam melhor absorvidos no intestino e, por isso, o organismo tem melhor proveito das vitaminas e minerais ingeridos nas refeições.

Aumenta a saciedade
Os probióticos podem incentivar a produção de hormônios relacionados à saciedade, a leptina e a insulina, que agem reduzindo a fome e controlando as taxas de açúcar no sangue.

Quando o corpo consegue estabilizar os hormônios, a ingestão alimentar pode ser reduzida naturalmente e, aliada à alimentação balanceada e atividades físicas frequentes, fica mais fácil manter ou reduzir o peso.

Melhora a saúde da pele, ossos e órgãos
Com as vitaminas sendo devidamente absorvidas no intestino e bem aproveitadas, todo o organismo é beneficiado, pois não adianta se alimentar corretamente se os nutrientes não puderem desempenhar suas funções orgânicas.

O consumo de kombucha pode auxiliar a compor as quantidades recomendadas de vitaminas e minerais, proporcionando mais equilíbrio ao cardápio.

Além disso, a bebida pode aumentar a ingestão de líquidos, fazendo com que a pele fique mais hidratada, resistente e nutrida.

Age como antioxidante
Dependendo do chá escolhido como base, o kombucha pode ter boas quantidades de antioxidantes. O chá verde e chá branco, ambos derivados da planta Camellia sinensis, são os que possuem maior capacidade de combater os radicais livres — que estão associados ao envelhecimento precoce e às doenças degenerativas.

Melhora a disposição
Os chás possuem, em geral, cafeína — sobretudo o preto e o verde. A vantagem é que a concentração é inferior à do café (e por isso dificilmente irá afetar o sono), mas pode dar uma ajudinha na hora de trazer mais disposição e energia às atividades.

Além disso, a cafeína pode dar um ajudinha no metabolismo, ainda que sutil. Desde que o consumidor da bebida não tenha sensibilidade à substância estimulante, ela pode ser ingerida para auxiliar na manutenção ou redução de peso ou gordura.

Malefícios
O kombucha, se devidamente produzido e ingerido, não representa malefícios ao organismo saudável. É importante ressaltar que a bebida probiótica pode alterar o funcionamento intestinal e causar desconfortos em algumas pessoas. Podem surgir gases e estufamento, por exemplo.

Por ser um alimento ácido, pode haver pequenas alterações digestivas, devido à interação com o pH estomacal. Em geral, tende a ocorrer em pessoas que já possuem problemas estomacais, como gastrite ou refluxo.

Relatos da década de 1990 apontam que alguns pacientes que consumiram kombucha por longos períodos apresentaram disfunções hepática, acúmulo de ácido lático no organismo (acidose láctica), náuseas e reações alérgicas.

No entanto, os resultados também indicam que as reações adversas podem ser casos isolados ou decorrentes do preparo inadequado da bebida.

Assim como qualquer produto, o kombucha pode manifestar reações adversas, pois cada organismo se comporta de uma maneira perante os alimentos. Então o ideal é sempre observar os sinais do corpo.

Kombucha emagrece?

Diretamente, não. O emagrecimento é um processo multifatorial, que depende de uma rotina saudável, alimentação equilibrada, atividades físicas e um bom funcionamento do organismo.

Leia mais: Como emagrecer com saúde: dieta, exercícios, remédios, cardápio

Mas o consumo de kombucha pode ser um aliado na hora de reduzir medidas, pois o produto é probiótico e auxilia no equilíbrio da flora intestinal.

Com o sistema digestivo funcionando adequadamente, a absorção nutricional é melhorada e todo o organismo é beneficiado. O que pode, entre outras coisas, refletir no bem-estar, na disposição e auxiliar na prática de atividades físicas.

Além disso, com o funcionamento regular do intestino, sintomas de irritação ou ansiedade causados pela constipação, por exemplo, podem se minimizar e, com isso, manter uma alimentação adequada e sem excessos fica mais simples.

Outra forma de aliar a bebida ao emagrecimento é através de trocas saudáveis. Como o kombucha se assemelha a um refrigerante, escolhê-lo no lugar de outra bebida industrializada pode reduzir a quantidade de calorias ingeridas e tornar a dieta mais saudável.

Adicionando complementos termogênicos, como o gengibre, o metabolismo é favorecido e a queima de calorias pode aumentar também.

Como é feito?

Sem muitos segredos, produzir alguns litros probióticos de kombucha é uma tarefa simples — basta uma base de chá preferencialmente verde ou preto, açúcar, recipientes e o Scoby. Saiba mais sobre cada componente:

Chá
Os chás são a base da bebida, que tradicionalmente podem ser o preto, o verde ou o mate. Conforme o kombuchá se populariza, outras bases vão sendo testadas e usadas, como o chá de hibisco, erva-doce e chá branco.

Ricos em algumas propriedades, como polifenóis (catequinas ou taninos), que têm efeito antioxidante, além de alguns nutrientes como magnésio, potássio e ácido fólico, os chás fazem parte da cultura alimentar de diversas sociedades.

Além disso, auxiliam a compor o sabor e a coloração do kombucha, podendo ser escolhidos conforme a preferência de acidez, intensidade e doçura da bebida.

Açúcar
Os açúcares funcionam como alimento às bactérias. Podem ser utilizados açúcares branco, orgânico, demerara ou cristal, que vão interferir no sabor, aroma e coloração também.

Em geral, pode-se escolher o açúcar de acordo com as propriedades e características — lembrando que o refinado e o cristal são mais processados e calóricos, enquanto os orgânicos e mascavo são mais naturais e preservam propriedades nutricionais.

É possível usar qualquer um como fermentador, mas o açúcar mascavo nem sempre se torna uma boa opção, pois pode retardar a fermentação e afetar no resultado da bebida.

Apesar de serem geralmente considerados ruins, são os açúcares branco e refinado os mais recomendados para a fermentação.

A boa notícia é que o açúcar adicionado ao chá é, em grande parte, consumido pelas bactérias. Isso significa que após a fermentação, a bebida apresenta aproximadamente apenas 5g da substância (bem menos do que os, aproximadamente, 100g recomendados à fermentação).

Lembrando que a quantidade de açúcar no produto final depende também do tempo de fermentação — quanto mais tempo o kombucha fermentar, menor o índice de açúcar e mais ácida a bebida.

Em geral, após 5 dias de fermentação, a bebida já apresenta bem menos açúcar do que refrigerantes ou chás industrializados.

Por isso, pessoas com diabetes ou com restrição à ingestão de carboidratos e açúcares, geralmente, podem beber com moderação sem que as taxas glicêmicas sejam muito afetadas.

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Além disso, há outra característica do kombucha resultante dos açúcares adicionados: álcool, que gaseifica o líquido e o deixa semelhante a um refrigerante.

Ainda que ele não seja adicionado ao preparo, o álcool é resultado da fermentação, porque as leveduras se alimentam do açúcar, geram o gás dióxido de carbono e quantidades bem pequenas de álcool.

Mas calma, a bebida pode ser consumida tranquilamente, pois o teor é extremamente baixo, inferior a 0,5%, fazendo com que o kombucha não se enquadre como bebida alcóolica.

Scoby
Chamado também de mãe do kombucha, o Scoby é um disco gelatinoso formado por bactérias e leveduras.

O nome é uma sigla de “symbiotic colony of bacteria and yeast” ou, em tradução livre, cultura simbiótica de bactérias e leveduras.

Com aparência transparente e consistência viscosa, a colônia é um aglomerado de microrganismos bons e funcionais, que — assim como qualquer alimento natural — pode ter sua composição variada de acordo com o local e época de produção.

Em geral, as bactérias e leveduras mais comuns presentes são Acetobacter xylinum, Acetobacter xylinoides, Acetobacter ketogenum, Saceharomycodes ludwigii, Saccharomycodes apiculatus, Schizosaccharomyces pombe, Zygosaccharomyces e Saccharomyces cerevisiae.

Esses microrganismos também são encontrados em iogurtes, leites fermentados e kefir.

Como a cultura se reproduz, o Scoby vai crescer e formar novos discos, que podem ser doados ou armazenados para novas produções de kombucha.

Starter
O starter é o líquido que vem junto com a primeira cultura do kombucha e deve ser usado em pequenas quantidades na fermentação. Sua função é auxiliar na regulação e manutenção do pH da bebida, deixando-a saudável.

Ele é indicado porque o chá recém preparado possui um pH diferente do kombucha e, portanto, adicionar o starter auxilia a regular a acidez, que favorece a fermentação.

Além disso, ao baixar o pH da base, evita-se que haja contaminação por microrganismos danosos ou indesejados, preservando o ambiente microbiótico saudável da bebida.

Como fazer o kombucha?

Para começar a produzir o kombucha em casa, é necessário conseguir um Scoby.

Em geral, as redes sociais possuem grupos de doação e troca de informações que tornam a obtenção mais fácil e rápida. Também é possível encontrar em lojas de produtos naturais ou empórios veganos, por exemplo, informações sobre doadores.

Nem sempre o Scoby vem em forma de disco — aliás, geralmente ele é apenas um pedaço pequeno, com cerca de 1g ou 2g da cultura.

Alguns vêm com uma pequena quantidade de líquido e outros vêm mais secos, mas em geral não há grande interferência no processo de fermentação.

Para começar, você precisa de:

1 Scoby;
100mL de starter (que geralmente vem junto com o Scoby);
1L de água;
6 colheres de sopa, ou conforme as recomendações da embalagem, de chá de sua preferência (preferencialmente preto ou verde);
3 colheres de chá de açúcar ou mais;
1 recipiente de 1,5L ou mais.
Lembrando que, ao adquirir o Scoby mais seco (ou seja, sem a quantidade suficiente de starter), você pode seguir o processo normalmente, apenas sem adicionar o líquido ao preparo. Após a primeira fermentação, você terá produzido o seu próprio starter.

Para começar, leve a água ao fogo e adicione o açúcar até que levante fervura. É válido lembrar que se pode usar qualquer açúcar, mas que os brancos e refinados apresentam melhores resultados, pois facilitam a fermentação.

Após ferver, adicione as ervas ou saquinhos de chá, tampe a panela e deixe em infusão. Espere que a bebida fique em temperatura ambiente, deixando que esfrie naturalmente.

Se o chá foi feito com ervas soltas, é importante coar o líquido.

Colocando o chá dentro do recipiente para o kombucha, deve-se adicionar o starter e a Scoby.

Lembrando que é uma cultura de bactérias e, por isso, é fundamental que as mãos e os recipientes estejam devidamente higienizados e secos.

O disco do kombucha pode afundar, boiar ou ficar suspenso no meio do líquido — não há um comportamento padrão.

Como a fermentação precisa de oxigênio, o recipiente deve ser coberto com um pano limpo de algodão, prendendo-o com um elástico, para que não haja contaminação da bebida.

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Dicas e cuidados
É preciso cuidar com o manuseio e os materiais utilizados na fermentação do kombucha.

Todos os recipientes — garrafas, talheres, peneiras, potes, panos e elástico — devem ser devidamente higienizados, preferencialmente com água quente, e bem secos antes de iniciar o processo.

Opte sempre por talheres de madeira ou plástico e não use metais, aço ou inox, pois os materiais podem afetar na fermentação do líquido.

O ideal é que as garrafas sejam de vidro com tampas de alta vedação, para evitar que o gás escape e a bebida perca a gaseificação. Ao escolher o recipiente de vidro, é preciso ainda garantir que ele seja denso e resista à pressão alta, pois ele pode rachar ou explodir.

Primeira fermentação
Para a primeira fermentação, é preciso esperar cerca de 7 a 14 dias. Nesse tempo, o Scoby vai crescer e se movimentar pelo recipiente, formando uma “cultura-filha”.

Lembre-se de guardá-lo em um ambiente protegido, preferencialmente escuro ou ao abrigo do sol.

Após esse período, o Scoby estará bem mais grosso e denso, devendo ser separado do líquido fermentado.

Para isso, coloque o disco em um recipiente de plástico ou vidro e cubra com cerca de 200mL do kombucha pronto.

Em geral, há quem prefira descartar o líquido da 1ª fermentação e fazer o processo novamente antes de iniciar o consumo.

No entanto, há estudos e adeptos do kombucha que utilizam a 2ª fermentação apenas para adicionar sabor à bebida, consumindo o produto da fermentação inicial.

Caso prefira descartar o primeiro processo, pode-se usá-lo como substituto do vinagre para limpeza de alimentos, por exemplo. Nesse caso, o processo reinicia com o preparo do chá e a colocação de cerca de 100mL do fermentado (starter) da primeira produção.

Caso opte por consumir o kombucha da 1ª fermentação, basta seguir o processo de saborização ou 2ª fermentação.

Segunda fermentação
A 2ª fermentação pode ser realizada para adicionar sabor ao kombucha ou para quem deseja a bebida mais gaseificada.

É importante lembrar que o processo de produção de gases na 1ª fermentação também ocorreu, mas como o recipiente é tampado com um tecido, o gás consegue escapar e, por isso, resulta em um líquido mais semelhante a um suco do que a um refrigerante.

Para adicionar sabor à bebida, o ideal é fazer uma mistura na proporção de 20% do recipiente composto de suco ou frutas e o restante de kombucha. Para isso, o melhor é escolher garrafas de vidro, pois a fermentação gera gás e pode causar pressão e danos ao recipiente.

Para que a fermentação ocorra adequadamente, recomenda-se reduzir ao máximo a presença de oxigênio, por isso, sempre que possível encha o recipiente até a boca (promovendo uma fermentação anaeróbia).

Após adicionar todos os condimentos e completar a garrafa com o kombucha, vede bem a embalagem e guarde-a em um ambiente protegido da luz e sem umidade.

O kombucha deve fermentar por cerca de 3 a 7 dias, de acordo com a temperatura da região (locais mais quentes aceleram a fermentação).

Durante esse tempo, é necessário observar o processo de formação de bolhas (gases), pois garrafas de vidro não se expandem e, por isso, podem se romper ou explodir.

Quanto tempo de fermentação?
O tempo e o local de fermentação vão interferir diretamente no produto final, mas não há uma regra. Por isso, o ideal é se basear no sabor e consistência do último kombucha para regular a fermentação dos próximos.

De modo geral, pode-se seguir os seguintes critérios:

Menos tempo de fermentação: sabor mais doce;
Mais tempo de fermentação: sabor mais ácido e avinagrado;
Ambientes frios: fermentação mais lenta;
Ambientes quentes: fermentação mais acelerada.
Mas vale lembrar que a adição de frutas, complementos e até a saúde do Scoby podem afetar no sabor e quantidade de gás da bebida.

Como saborizar o kombucha?

Existem diversos modos de deixar o kombucha com um sabor especial, variando na intensidade e dando mais opções ao consumo.

Não há muitas regras na hora de escolher o que utilizar, sendo que é o paladar e a vontade que predominam na horas de testar os sabores e acrescentar ingredientes.

Alguns dos mais comuns na hora de saborizar a bebida são:

Frutas: limão, manga, morango, mirtilo, maçã, laranja, abacaxi e maracujá;
Temperos e extratos: gengibre, cravo, canela, pimenta, noz-moscada, hortelã, camomila;
Sucos integrais prontos: uva, maçã, maracujá.
Scoby: como cuidar?
Ao adicionar o Scoby ao chá, não se preocupe se ele afundar, boiar ou parar no meio do recipiente. De todas as maneiras, ele vai se proliferar.

O que pode acontecer é que a colônia se deposite no fundo do recipiente e, ao crescer, gere um Scoby-filho na superfície do líquido. Ou seja, haverá 2 discos após alguns dias.

Mas se ele permanecer boiando, rente à superfície, o Scoby vai apenas engrossar. Ao abrir e retirar o disco da bebida, será possível separá-los sem dificuldades.

A colônia tem uma aparência gelatinosa, transparente e puxada aos tons de creme e bege, mas bastante resistente. Ou seja, é possível manuseá-la sem medo que se rompa ou rasgue.

Mas nem sempre seu aspecto é de um disco perfeito — às vezes podem adquirir formatos e aparência um tanto estranhas.

Pontinhos ou aglomerados pretos são comuns e não representam mofo ou contaminação. Geralmente, são as leveduras que se acumulam.

Vale lembrar que conforme as fermentações vão sendo realizadas, os Scobys ficam cada vez mais uniformes e esteticamente agradáveis.

Para ter um disco sempre saudável, vale lembrar que os cuidados com a temperatura e armazenamento são indispensáveis. Apesar de não necessitar manter a scoby em geladeira, é bom evitar o calor excessivo e a exposição ao sol. Além disso, nunca a coloque no chá quente.

Para a primeira fermentação, não utilize tampas ou vede completamente o recipiente. Prefira sempre panos de algodão para que o oxigênio consiga passar.

Lembre-se de não deixar o disco seco, pois para que as bactérias fiquem vivas, elas precisam de alimento — ou seja, do chá adoçado.

E se alguma coisa der errado e sua colônia mofar, é preciso dispensá-la. O melhor é não tentar eliminar o mofo, pois pode trazer grandes riscos à saúde.

Devo lavar o Scoby?
Em geral, não é preciso. Se, ao retirar o disco do líquido, você notar que as leveduras estão se acumulando, formando “remendos” transparentes no disco ou soltos na bebida, é possível lavá-lo.

O ideal é retirar anualmente as leveduras excessivas, que ficam grudadas nos discos e boiando no chá. Depois, você pode usar água filtrada ou vinagre de maçã para fazer a higienização da colônia.

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Lembrando que o procedimento deve ser feito, no máximo, 1 vez por mês e de modo sempre delicado.

Para isso, coloque o disco em um recipiente adequado (plástico ou vidro) e esguiche a água ou o vinagre, passando a mão delicadamente e removendo as leveduras.

Meu Scoby estragou?
Em geral, é bastante fácil perceber quando o kombucha ou o Scoby foram contaminados, pois o disco ou o líquido fermentado apresentam placas de mofo — semelhantes àquelas que ocorrem nas frutas ou alimentos que estragam.

Caso ocorra, o mais recomendado é iniciar uma nova cultura para que não haja riscos aos organismo.

Como guardar o Scoby sem fermentar?
Caso você não queira fermentar mais chá, é possível guardar o Scoby para usá-lo futuramente.

Mas vale lembrar que por se tratar de um organismo vivo, o armazenamento por tempo indeterminado pode afetar a saúde do disco.

Para guardar adequadamente, você deve colocá-lo em um recipiente de plástico ou vidro, com uma pequena quantidade do líquido fermentado ou com chá adoçado — suficiente para cobrir o disco —, vedar bem a embalagem e colocar na geladeira.

Se o tempo de armazenamento for superior a 20 dias, é recomendado trocar o líquido, pois ele é o alimento da colônia. Então, mantê-la viva depende da renovação alimentar.

Também é comum que o recipiente de plástico fique estufado ou o de vidro acumule pressão devido à produção de gás.

Por isso, o ideal é abrir o recipiente semanalmente para que os gases sejam liberados.

Como tomar o kombucha?
O consumo de kombucha pode ser puro — após fermentar, é possível bebê-lo diretamente, sem saborizar — ou a partir da 2ª fermentação, em que geralmente se adicionam sabores.

Não há horário certo para consumo, mas em jejum, 15 minutos antes das refeições, a bebida pode trazer mais benefícios ao intestino.

Lembrando que o kombucha não é um remédio, mas sim um alimento funcional. Por isso, seu consumo é, em geral, bem tolerado por qualquer pessoa, desde que não haja alergias alimentares ou problemas intestinais relacionados os alimentos probióticos.

Quanto consumir?

A quantidade diária ideal é bastante relativa, até porque há quem beba somente pelo prazer e pelo sabor — um substituto mais saudável ao refrigerante — ou quem queira os benefícios do produto.

Nesse segundo caso, o mais indicado é começar uma ingestão diária de cerca de 150mL por dia, até que o organismo sinta os efeitos e se adapte à ação probiótica do kombucha.

Após 1 semana — se houver boa adaptação ao produto — a quantidade diária pode ser gradualmente aumentada.

É importante observar os efeitos, como as idas ao banheiro ou as mudanças no ritmo intestinal. Caso haja desconforto, não se deve aumentar o consumo, e em casos de reações adversas, o melhor é suspender a ingestão.

Em geral, não se deve ultrapassar 3 copos de até 200mL por dia, pois tudo — inclusive os alimentos — devem ser ingeridos com moderação.

Apesar do líquido ser benéfico, é necessário introduzir o kombucha como um complemento, não esquecendo de ingerir os 2 litros de água por dia e manter os cuidados com as demais refeições.

Como armazenar?
Após a fermentação, é possível armazenar a bebida e consumi-la diariamente. Para isso, é importante utilizar recipientes e utensílios de plástico e vidro que possam ser vedados ou devidamente tampados, evitando qualquer contato com áreas de metal, aço ou ferro.

Deve-se guardar a bebida na geladeira, podendo consumi-la por até 1 mês. Porém, vale lembrar que o kombucha mantém as bactérias vivas e, por isso, continua fermentando, fazendo com que o sabor sofra leves alterações, ficando mais ácido (semelhante ao vinagre).

Quem não pode beber?
Em geral, a bebida é bem tolerada pela maioria das pessoas saudáveis, mas podem haver contraindicações ou sensibilidade às propriedades.

Entre as pessoas que precisam buscar orientação profissional ou não recomendadas ao consumo do kombucha estão:

Crianças menores de 6 anos;
Pacientes com alterações no fígado;
Grávidas e lactantes;
Pessoas com dependência de álcool e outras drogas;
Pessoas com diabetes e outras doenças crônicas;
Pessoas com sensibilidade intestinal, incluindo Síndrome do Intestino Irritável ou quadros de diarreia;
Pessoas com problemas de imunidade;
Pacientes com HIV ou Aids.
Além disso, pacientes pós operados ou em processo de recuperação podem ficar mais suscetíveis à infecções decorrentes do consumo de kombucha, sobretudo quando feita artesanalmente e sem avaliação de órgãos sanitários.

Lembrando que pacientes que fazem uso de medicamentos contínuos devem sempre conversar com um profissional antes de introduzir alimentos, suplementos ou vitaminas na rotina.

Receitas
A bebida é versátil e pode ser tomada pura ou saborizada. Abaixo algumas dicas de receitas para dar mais variedade à alimentação:

Sorvete com kombucha
150mL de kombucha saborizado com frutas;
1 bola de sorvete.
Disponha o sorvete em um pote ou recipiente, adicione o kombucha gelado e sirva em seguida.

Detox de kombucha
Para preparar uma bebida capaz de acelerar o metabolismo e dar mais leveza à alimentação, você precisa de:

500mL de kombucha;
2 lâminas de gengibre;
2 folhas de couve;
50mL de água;
2 fatias de maçã.
Para preparar o kombucha detox basta bater a maçã, a couve, o gengibre e a água no liquidificador até obter uma mistura homogênea.

Depois, basta misturar com o kombucha, colocar em uma garrafa vedada e deixar fermentando por 24 horas. Após esse tempo, leve à geladeira e consuma diariamente.

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Falso mojito de kombucha
Mojito é uma bebida tradicionalmente alcóolica, que leva limão e hortelã no preparo. Você pode fazer um versão natural e saudável, que fica bastante refrescante:

Folhas de hortelã;
Limão em rodelas;
50mL de suco de limão;
100mL de kombucha.
Prepare o suco de limão até obter 50mL do concentrado. Coloque em um recipiente as rodelas de limão, o suco concentrado, as folhas de hortelã e o kombucha, feche e deixe fermentar por cerca de 24 horas. Sirva gelado.

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Onde comprar kombucha e preço
É possível encontrar a bebida pronta para o consumo em lojas e empórios de produtos naturais ou mercados.

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Em geral, ela é comercializada em garrafinhas pequenas, de 330mL, com diversidade de sabores e cores.

A faixa de preço depende principalmente da marca, que pode ser a partir de R$ 8, chegando a R$ 25 por garrafinha.

Para quem deseja produzir em casa a própria bebida, é necessário adquirir o Scoby. Em geral, em redes sociais, grupos de trocas e nas próprias lojas é possível encontrar doadores.

Em alguns locais, pode-se encontrar os scobys para venda, que são comercializados entre R$ 25 e R$ 50.

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Buscando novas formas de se alimentar e promover melhorias à saúde, o mercado e os consumidores investem em alimentos funcionais, como o kombucha.

Conquistando cada vez mais espaço, o produto pode ser encontrado em lojas — pronto para consumir — ou pode ser produzido em casa — tornando a relação com o alimento mais artesanal.

Para saber mais dicas de alimentação e bem-estar, fique de olho no Minuto Saudável!

40 opções de atividades físicas – escolha a sua!

A fórmula é muito simples: alimentação correta + exercícios físicos + controle do stress = saúde. Por mais fácil que seja, como muitas outras coisas na vida, nós complicamos tudo e não fazemos do jeito certo (e mesmo assim queremos o resultado). Para muitas pessoas, fazer exercícios físicos é um castigo, uma tortura. Talvez porque um dia tentaram fazer musculação, não gostaram e decidiram odiar toda e qualquer atividade física, optando pelo sedentarismo apesar de terem consciência do quanto ele é prejudicial à saúde.

Não gostar de academia não é desculpa para não se exercitar, e não gostar de uma ou outra atividade também não. Existem inúmeras opções, e a cada dia que passa surgem aulas novas nas academias ou grupos de pessoas que se reúnem para fazer alguma atividade. Pelo menos uma delas vai te agradar, porque há opções tanto para os mais tranquilos como os mais agitados, pra quem gosta de arte, de contato com a natureza, de esportes e de interagir com outras pessoas.

Se você não tem tempo para cuidar da sua saúde, vai ter que encontrar tempo para cuidar da sua doença.

A frase diz tudo. Sua saúde é a coisa mais importante que você tem, não espere perdê-la para entender isto. Para ajudar quem ainda não encontrou uma atividade física que goste, aí vai uma lista enorme com muitas opções de exercícios, a descrição e os benefícios de cada um:

1) Yoga

O grande benefício da yoga são as transformações mentais e psicológicas, o bem-estar, a paz interior e a qualidade de vida, mas ela é também uma atividade física que trabalha força, equilíbrio, músculos e alongamento, aliando os benefícios para o corpo e a mente. É a atividade que escolhi para chamar de “minha” e posso recomendá-la de olhos fechados, porque está mudando a minha vida para melhor ao mesmo tempo em que me tira do sedentarismo.

2) Ballet fitness

Abdominais, agachamentos e exercícios localizados com movimentos inspirados no ballet clássico. As aulas são feitas de sapatilha, com apoio nas barras e foco na postura, mas não é uma aula de dança, a intenção é tonificar os músculos de uma forma diferente e mais empolgante do que os exercícios comuns de academia.

3) Crossfit

Atividade super intensa, mas todo mundo que faz diz que ama e não troca por nada. Envolve vários tipos de exercícios misturados: corrida, levantamento de peso, agachamento, exercícios com bolas, cordas, barras, argolas, elásticos e correntes. As aulas variam muito, inclusive podem ser feitas no espaço fechado e também ao ar livre, por isso, ao contrário da academia, é difícil enjoar do Crossfit.

4) Circo

Tecido, trapézio, cambalhotas, cama elástica, malabares…a arte circense é única, não existe nada igual. As aulas têm exercícios no solo e aéreos, que trabalham força, equilíbrio e coordenação. As atividades são variadas, divertidas e desafiadoras, então não há monotonia e o stress vai embora.

5) Hidroginástica

Boa opção pra quem foge dos exercícios no calor porque não gosta de suar. Exercitar-se na água ajuda a gastar muitas calorias, desenvolve a resistência e a força muscular e, ao contrário de algumas atividades, não causa exaustão. As aulas são super animadas e divertidas e você sai delas muito mais relaxado do que cansado.

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6) Pilates

Mais uma opção de atividade totalmente sem monotonia. As aulas de Pilates variam entre exercícios de solo, com a bola e nos aparelhos, com inúmeras variações. Trabalha o corpo todo e é altamente recomendada para quem quer tratar ou evitar problemas na coluna. No Pilates há posturas similares às da yoga, mas com foco maior no trabalho do corpo, apesar de também trazer benefícios para a mente. Está na minha lista de próximas atividades físicas que pretendo experimentar!

7) Vôlei

Dá pra juntar alguns amigos e jogar na quadra do parque ou procurar escolas ou grupos que ensinam e jogam juntos com frequência. É um esporte que quase todo mundo gosta, bastante agitado e que trabalha o corpo inteiro.

8) Boxe

Entre as lutas, o boxe é a opção que mais atrai as mulheres. Exige bastante força dos braços, mas as aulas incluem exercícios para o corpo todo, como abdominais, pular corda, flexões e agachamentos. Para quem não gosta de lutar com outra pessoa e quer apenas aprender a técnica, o boxe é uma ótima escolha, pois as aulas não precisam ser feitas no ringue, você pode fazer apenas os movimentos e golpes individualmente, com a mesma intensidade.

9) Corrida

Tem muita gente apaixonada por corrida por aí, e provavelmente você conhece alguém que pratica e adora. O esporte vem ganhando cada vez mais adeptos e não é pra menos: é uma atividade prazerosa, relaxante e que pode ser praticada em lugares diferentes: na esteira, no parque, na praia, na calçada…além de ser gratuita e você poder praticar a hora que quiser.

10) Dança de salão

Ótima opção pra quem gosta de interagir com outras pessoas. Na dança de salão são ensinados diferentes ritmos de dança a dois: forró, salsa, bolero, valsa, samba de gafieira, zouk, entre outros. A aula é bem agitada e muito divertida. Além de mexer o corpo, perder calorias, descontrair e conhecer pessoas novas, te dá a vantagem de saber dançar quando vai a uma festa ou balada.

11) Stand up paddle

Tem um post no blog contando como é praticar stand up paddle, mas repito o que falei sobre a minha experiência: é um esporte incrível, que beneficia o corpo e a mente. Para o corpo, trabalha principalmente a força nos braços e equilíbrio nas pernas. Para a mente, a sensação de calma, paz e contato com a natureza. É uma atividade que eu adoraria poder praticar sempre.

12) Power Jump

É aquela aula feita na cama elástica, com músicas super agitadas e pulos variando entre maior e menor intensidade. É bastante cansativa e exige bastante do corpo, então é ótima para quem quer gastar calorias e mandar embora todas as tensões.

13) Patins

Tem gosto de infância e é uma delícia de praticar. Dá pra andar no parque ou na rua, você só vai precisar gastar dinheiro comprando um patins e equipamentos de segurança (se não tiver), então é só sair e se divertir com a ótima sensação de andar sobre rodinhas com o vento batendo no rosto.

14) Handball

Se vôlei, futebol, basquete e outros esportes de quadra não te atraem, que tal tentar o handball? É diferente de qualquer outro, trabalha bastante os braços e é mais fácil de aprender, pois as regras são mais simples. O esporte não tem tanto espaço como os outros na mídia, por isso não é tão conhecido, mas vale a pena experimentar.

15) Alongamento

Várias academias dão aulas exclusivamente de alongamento. Geralmente duram de 30 a 40 minutos e são extremamente relaxantes. Além de contar como exercício físico, traz outros benefícios à saúde: melhora a postura e a flexibilidade, diminui as dores corporais e aumenta a amplitude dos movimentos, ajudando a diminuir o risco de lesões musculares.

16) Jiu Jitsu

Para quem gosta de lutas, o Jiu Jitsu é uma das mais populares. O nome significa “suavidade”, por isso os movimentos são mais gentis e focados na boa execução, não tanto na força, e sem intenção de machucar. É voltada para o ataque e autodefesa, e a ideia é utilizar a força do adversário contra ele mesmo para imobilizá-lo.

17) Caminhada

Dá pra fazer sozinho ou acompanhado, onde você preferir e no ritmo que quiser. É importante usar um tênis confortável e adequado aos pés, e prestar atenção à postura ao caminhar para evitar dores, mas é uma atividade simples que qualquer um pode começar a qualquer momento. Pra ficar melhor, coloque uma música que goste no fone de ouvido ou aproveite para refletir e pensar na vida e em seus sonhos enquanto caminha.

18) Natação

Outra opção pra quem prefere se exercitar na água. A natação pode ser uma boa escolha se você prefere fazer exercícios sozinho, trabalhar a concentração e fazer uma atividade que exija mais dos músculos.

19) Dança do ventre

O estilo de dança mais democrático de todos, vale pra qualquer idade e tipo de corpo. A dança do ventre solta os movimentos, estimula a feminilidade e aumenta a autoestima. O corpo todo se movimenta conforme a batida da música, com foco principalmente nos braços, cabeça e quadris. Nas aulas, além dos passos e movimentos, se aprende também a dançar com a espada, véu, taças, castiçal, punhal e outros objetos, que tornam a dança ainda mais bonita.

20) Pole dance

Modalidade super diferente, em que é preciso sustentar o corpo todo usando a força dos braços e pernas para se segurar no poste de ferro. Os exercícios incluem giros, abdominais, sustentação e alongamento. Tudo feito com movimentos graciosos e suaves, porém bastante desafiadores.

21) Bike

Quem não gosta de andar de bicicleta? É divertido e relaxante, e você pode aproveitar para fazer exercícios sempre que precisar se locomover. Muita gente já aderiu à bike no dia a dia, para ir ao trabalho, mercado e outros lugares. Se você puder fazer isso, além de beneficiar a si mesmo aproveitando o tempo de deslocamento para se exercitar sem precisar gastar dinheiro com mensalidades, ainda vai ajudar o meio ambiente e o trânsito. No fim de semana, dá pra convidar os amigos e ir ao parque ou a uma ciclovia se divertir.

22) Insanity

O Insanity Workout é um programa de exercícios em vídeos, que você faz em casa e não precisa de aparelhos, utiliza apenas o seu peso corporal. Os treinos vêm em dvds e misturam exercícios aeróbicos, de força e de resistência. Ao contrário do que se pode pensar por ser feito em casa, os exercícios são muito intensos, gastam muitas calorias e tonificam o corpo. Pra quem não gosta de sair de casa para se exercitar, mas quer resultados de academia, é uma das melhores opções.

23) Zumba

Uma das maiores febres que chegou nas academias há alguns anos e continua fazendo muito sucesso. As aulas misturam ginástica e dança com ritmos latinos e músicas internacionais, daquelas que quando tocam ninguém consegue ficar parado. A Zumba é uma aula super divertida porque mistura vários tipos de passos e músicas diferentes. Se há uma palavra para definir a modalidade, com certeza é “animação”!

24) Ballet clássico

Muita gente acha que ballet é só para quem começa quando criança, mas hoje em dia quase todas as academias oferecem aulas também para adultos. Quem gosta da arte e já se imaginou dançando em cima da sapatilha de ponta, fazendo plié e grand jeté e se apresentando em O Lago dos Cisnes pode realizar esse sonho, independente da idade!

25) Surf

Contato com a natureza, liberdade e desafio. Pra quem gosta de calor, praia, sol e mar, vale a pena conhecer e praticar. Além de um esporte, o surf é um estilo de vida que defende principalmente a cultura de valorização da natureza e a liberdade. O desafio está em se equilibrar e controlar a prancha nas ondas, sentindo a incrível sensação de deslizar sobre a água.

26) Tênis

Mais uma opção de esporte diferente pra conhecer e, quem sabe, se apaixonar. O tênis é praticado em duplas, então dá pra chamar aquele amigo ou amiga que também está sedentário para experimentar com você.

27) Escalada

Pra quem gosta de atividades radicais e aventura, a escalada é uma ótima pedida. Dizem que é apaixonante e que vicia, quem faz uma vez e gosta não para nunca mais de escalar. A escalada oferece sensação de liberdade, desafia a força de todo o corpo e estimula a concentração e a disciplina. É um esporte que muda pra melhor o corpo e a mente de quem pratica.

28) Capoeira

Música brasileira, muito molejo no corpo e alegria. A capoeira é uma atividade cheia de energia, descontração, amizade e também cultura. Muito bom pra quem gosta de socializar e quer descarregar as energias e soltar o corpo. A combinação de música envolvente, alegria, dança e luta é o que faz a capoeira ser especial, estimular o bom humor e ajudar a mandar o stress embora.

29) Circuito

Diferentes exercícios feitos em sequência, misturando aeróbicos e trabalho muscular. Por variar bastante e cada exercício durar pouco tempo, as aulas são bem dinâmicas (porém, bastante cansativas). É uma boa opção pra quem quer resultados de academia mas não gosta de puxar ferro. Em algumas academias, as aulas de circuito duram apenas 30 minutos, então também é ótimo pra quem não tem muito tempo.

30) Step

Uma das aulas de ginástica mais conhecidas. É feita com aquele banquinho baixo chamado “step”, subindo e descendo dele em movimentos de coreografia, de acordo com a música. É uma aula bastante intensa e que trabalha principalmente os membros inferiores, por isso, é muito procurada principalmente por mulheres.

31) Kangoo jumps

Ainda não muito conhecida e não tão fácil de encontrar nas academias, Kangoo Jumps é o nome da modalidade e também do calçado super diferente usado para praticá-la, parecido com um patins, porém com uma espécie de mola arredondada embaixo que amortece o movimento e facilita os pulos. A intenção é se movimentar pulando, e dá pra fazer tanto na academia como em parques ou em casa mesmo, basta ter um pouco de espaço.

32) Remo

Mais uma opção pra quem gosta de estar na água e ao ar livre e também de desfrutar de calma e tranquilidade. Pode ser praticado sozinho, em dupla ou grupos. Trabalha principalmente a parte superior do corpo, mas também é preciso força nas pernas, portanto, é um esporte completo, que aumenta o bem-estar tanto do corpo como da mente.

33) Street dance

Também chamado de “dança de rua” é pra quem gosta de hip hop, black, break e outros tipos de música com batida forte. É diferente de qualquer outra dança e envolve movimentos feitos com o corpo inteiro no chão, saltos, acrobacias e outros passos feitos com muita força e energia.

34) Ginástica olímpica

Assim como o ballet, muita gente pensa que ginástica olímpica é apenas pra quem começa desde cedo. Não é! Também requer muita dedicação e é preciso gostar do esforço, porque a modalidade exige muito do corpo, mas é extremamente prazerosa para quem sabe apreciar a beleza dos movimentos de saltos, piruetas, equilíbrio etc.

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35) Sh’bam

Pelo nome, você provavelmente nunca ouviu falar, mas o Sh’bam nada mais é do que aulas de dança super animadas com as músicas que estão em alta no momento ou os mais famosos clássicos e flashbacks. A aula é quase uma ida à balada, o que é ótimo para os mais tímidos que querem superar a vergonha na hora de dançar nas festas. A palavra Sh’bam significa “suar e sorrir”, os dois principais objetivos da atividade e que fazem bem tanto para a saúde como para a felicidade!

36) Lambaeróbica

Que atire a primeira pedra quem nunca dançou axé e não lembra de alguns passos das coreografias antigas. O ritmo perdeu um pouco a força há algum tempo, mas as academias continuam oferecendo aulas de lambaeróbica. Dançar é sempre divertido, e axé continua sendo um dos melhores ritmos pra dançar sozinho e saber as coreografias para aproveitar nas festas e baladas.

37) Skate

Além do patins e da bike, outra atividade divertida que pode ser praticada na rua é andar de skate. Se você nunca andou, vale a pena experimentar para ver se gosta. Assim como os outros dois, dá aquela ótima sensação de liberdade. O skate mais ainda, porque não há nada preso ao seu corpo e você não se segura, por isso é uma atividade única e diferente de qualquer outra. Experimente andar numa descida em linha reta, como essa da foto, para sentir a sensação.

38) Taekwondo

A palavra “taekwondo”, em coreano, significa “caminho dos pés e das mãos através da mente”. O princípio da arte marcial é a defesa pessoal, por isso envolve muita habilidade nas mãos, braços, pernas e pés para se esquivar, interceptar golpes e se defender do ataque do oponente. Além de uma atividade física, o taekwondo emprega uma filosofia que busca vencer desafios e desenvolver outras áreas da vida pessoal.

39) Jazz musical

Já se imaginou dançando como os atores nos filmes musicais e peças de teatro da Broadway? Algumas academias oferecem aulas que ensinam as coreografias de Chicago, Moulin Rouge, Mamma Mia e vários outros. Pra quem gosta de dançar e de ver danças em filmes, é uma ótima opção para combinar exercício e divertimento.

40) Slackline

Uma das maiores febres atualmente. Basta ir à praia ou a um parque para encontrar alguém se equilibrando e tentando andar em cima de uma fita amarrada geralmente entre duas árvores ou postes. Não é nada fácil conseguir ir do começo ao fim da fita sem cair, mas a diversão está justamente em tentar e aprender a se equilibrar!

Farinha de feijão branco: ajuda a emagrecer e controla o diabetes

A proteína faseolamina reduz a absorção de carboidratos e só se preserva na farinha desta leguminosa

Dez entre dez brasileiros preferem feijão! E, normalmente, é a versão carioca ou preta que faz a cabeça e o prato por aqui. Mas, quando o assunto é farinha e emagrecimento, tente privilegiar outra cor da paleta dessas leguminosas: o branco. Esse tipo é rico em uma proteína chamada faseolamina, que inibe a absorção de cerca de 20% dos carboidratos que são ingeridos com ela, ou seja, reduz as calorias ingeridas e consequentemente emagrece. Mas a propriedade só se conserva na farinha, que não pode ir ao fogo para ser produzida.

Outro ponto positivo dessa farinha é que ela não contém glúten. No entanto, é preciso tomar cuidado com o consumo em excesso ou diário por mais de 30 dias, afinal os feijões crus têm compostos que podem atrapalhar a absorção de alguns nutrientes, como o ferro.

O feijão branco tem um perfil nutricional rico em minerais como cálcio, ferro e potássio, em que ele ganha dos outros tipos de feijões. Também contém boas quantidades de vitamina E e K. Ele ainda tem menos gordurastotais do que o feijão preto e carioca.

Mas o nutriente chave desse feijão é mesmo a proteína faseolamina, exclusiva dessa leguminosa e que tem a capacidade de impedir a absorção de 20% dos carboidratos ingeridos. Essa substância só se conserva, porém, quando o grão está cru, por isso a propriedade é atribuída principalmente à farinha dessa leguminosa.

Não existe, porém, uma tabela nutricional oficial da farinha de feijão branco para analisarmos suas propriedades. Especialistas ressaltam sua alta quantidade de fibras, além da presença da faseolamina.

Benefícios da farinha de feijão branco
Ajuda a emagrecer A farinha de feijão branco vem sendo vinculada ao emagrecimento. Um estudo feito na Universidade da Califórnia (Estados Unidos) com 50 pessoas obesas mostrou que os voluntários que ingeriram uma porção diária dessa farinha perderam 1,7 kg mais do que os que receberam placebos. São três mecanismos que levam a esse benefício:

Feijão branco – Foto: Getty Images
1. Reduz absorção de carboidratos A proteína faseolamina atua inibindo parcialmente a ação da enzima alfa-milase, que transforma o amido dos alimentos em glicose. Dessa forma, os carboidratos não são quebrados e não são digeridos. Ou seja, ela é capaz de reduzir em 20% a absorção de carboidratos consumidos com ela, o que consequentemente reduz também parte da energia trazida pela refeição, equilibrando a equação do emagrecimento, que consiste ter um número maior de calorias gastas do que as consumidas.

2. Aumenta a saciedade A farinha de feijão branco é rica em fibras, como a maior parte das farinhas. Por isso, ela forma um gel no bolo alimentar que torna mais lenta a absorção da glicose e do colesterol, mantendo o estômago cheio por mais tempo e aumentando a distensão das paredes desse órgão. Ambas os mecanismos ajudam a ativar a saciedade, fazendo com que o consumo calórico nas refeições seja menor.

3. Reduz o depósito de gordura Com a faseolamina reduzindo a conversão de amido em glicose e as fibras tornando lenta a absorção do resto do açúcar, acaba-se evitando picos glicêmicos no sangue. Isso significa que menos insulina será produzida, hormônios responsável por colocar a glicose dentro das células e que também está relacionado ao depósito de gordura nos tecidos adiposos. Quanto menos ele circular pelo corpo, menos gordura será acumulada e mais massa gorda será evitada.

Controla a glicemia Não só o emagrecimento é promovido com a redução dos picos glicêmicos ocasionada pela aliança da faseolamina com as fibras. É possível também prevenir o diabetes tipo 2. Isso porque, com o tempo, o excesso de insulina circulando pelo corpo ocasiona uma tolerância de alguns tecidos e órgãos a esse hormônio. Ou seja, é preciso cada vez mais insulina para se armazenar nessas células a mesma quantidade de glicose. Isso pode evoluir para um quadro chamado resistência a insulina, condição que predispõe o diabetes. Para os diabéticos também é importante ter uma glicemia mais controlada, para que seu quadro fique mais estável e eles respondam melhor ao tratamento.

Melhora o trânsito intestinal O gel formado pelas fibras também ajuda a melhorar o fluxo do bolo alimentar e fecal pelo sistema digestivo, evitando a constipação. Além disso, as fibras são fermentadas no intestino pelas bactérias do bem de nossa microbiota (antes conhecida como flora intestinal), o que favorece sua proliferação, beneficiando a digestão.

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Reforça o sistema imunológico Cerca de 60% das imunoglobinas (células de defesa) do corpo estão no intestino, portanto o bom funcionamento desse órgão pode influenciar e melhorar o sistema imunológico. Além disso, quando as bactérias do bem presentes na microbiota intestinal digerem as fibras, elas produzem ácidos-graxos de cadeia curta, que impedem que os microorganismos ruins cheguem à corrente sanguínea.

Reduz o colesterol As fibras reduzem a absorção do colesterol durante a digestão, fazendo com que reduza a quantidade dele circulando no nosso sangue. O colesterol é importante para o funcionamento do corpo, mas em níveis corretos.

Quantidade recomendada de farinha de feijão branco
Normalmente indica-se o consumo de 5 gramas (1 colher de café) diluída em água 30 minutos antes do almoço e do jantar. A farinha também pode ser usada em preparações, mas não se deve exceder o consumo de 30 g ao dia.

Contraindicações
Não se pode consumir continuamente essa farinha por mais de 30 ou 40 dias. Isso ocorre porque os feijões crus contém fatores antinutricionais, nutrientes chamados de fitatos, que pioram a absorção de nutrientes como ferro, zinco, cobre e fósforo. Por isso também, ela não é indicada para pessoas com anemia ou com alterações intestinais, nem em gestantes. Para crianças o consumo só pode ser feito sob supervisão médica.

Riscos do consumo excessivo
Quando a quantidade de 30 gramas diários da farinha é ultrapassada, ela pode levar a efeitos colaterais como desconforto gástrico e diarreia, ou até sintomas como náuseas, vômitos, dores estomacais e flatulências.

Como consumir a farinha de feijão branco
A farinha pode ser polvilhada em frutas, saladas, sucos e iogurtes, ou usada em preparações, como bolos, tortas, panquecas, ou seja, em qualquer receita que contenham farinha.

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Onde encontrar
A farinha pode ser comprada em lojas de produtos naturais e empórios físicos ou na internet.

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Como fazer a farinha de feijão branco


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É possível preparar esse alimento em casa. Compre o feijão branco cru, lave-o bem e coloque-o para secar no sol ou em papel toalha. Em hipótese alguma o coloque no forno, ou ele perderá sua principal propriedade emagrecedora. Depois de seco, o triture no liquidificador. Se preferir, pode ser em um processador de alimentos para que a farinha fique mais fina. Para conseguir um melhor desempenho, triture o feijão aos poucos. Depois é só peneirar e peneire e guarde em um pote de vidro. Faça pequenas porções e guarde até 30 dias na geladeira.
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