Categoria: Beleza

MÁSCARAS FACIAIS MINERAIS DE VICHY: COMO USAR CADA FÓRMULA PARA PURIFICAR, REEQUILIBRAR E ILUMINAR A PELE

MÁSCARAS FACIAIS MINERAIS DE VICHY: COMO USAR CADA FÓRMULA PARA PURIFICAR, REEQUILIBRAR E ILUMINAR A PELE

Saiba como aplicar as máscaras minerais de Vichy e como fazer um multimasking perfeito!

Já não é de hoje que as máscaras faciais se tornaram tendência máxima em cuidados com a pele! Mas você sabe qual é a melhor maneira de usar essas fórmulas no rosto? Na verdade, existem duas formas de implementar esse produto na sua rotina de beleza: usando apenas uma no rosto todo ou várias em áreas específicas – o chamado multimasking. Ficou curiosa? Não precisa procurar mais: Vichy possui uma linha de máscaras minerais para diferentes tipos de pele. O DermaClub explica como funciona cada uma delas e a maneira mais indicada de uso. Veja só!

Para que serve cada máscara?
Máscara Mineral Argila Purificante: possui dois tipos de argilas brancas, que ajudam absorver a oleosidade, impurezas e matificar a pele, além de diminuir os poros e outras imperfeições com seu uso contínuo. Possui ativos poderosos, como a Água termal Mineralizante de Vichy, Aloe Vera e Alantoína. Ela é ideal para as peles oleosas.

Máscara Mineral Efeito Peeling: realiza um peeling químico e físico, respectivamente, para remover de forma suave as células mortas e impurezas. Essa máscara conta com a combinação de vários ingredientes que deixa a pele mais luminosa, como a Água Termal de Vichy, AHA (alfahidroxiácidos) e rochas vulcânicas, vitamina C e manose. Ela é ideal para todos os tipos de pele que buscam renovação e luminosidade extra.

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Máscara Mineral Reequilibrante: com uma textura em gel, essa máscara proporciona ao rosto uma dose intensa de frescor e hidratação. O dermocosmético conta com substâncias superhidratantes, como a Água Termal Mineralizante de Vichy, Vitamina B3 e glicerina. Ela é ideal para peles secas, mistas, ou sensíveis. Se você quiser uma dose extra de hidratação, essa máscara não precisa ser removida!

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Passo a passo: como aplicar a máscara no rosto?
1º passo) Lave o rosto com água e um sabonete específico para a sua pele;

2º passo) Com uma pequena espátula, ou usando os próprios dedos, aplique a máscara no rosto;

3º passo) Com ajuda de um pincel língua-de-gato, ou com as mãos, vá espalhando o produto na região, evitando a área das pálpebras e ao redor dos olhos;

4º passo) Deixe agir por 5 minutos;

5º passo) Enxagüe o rosto com água morna ou fria até remover toda a máscara.

Multimasking: saiba no que consiste a técnica que combina várias máscaras no rosto
Cada pessoa tem um tipo predominante de pele – seja ela oleosa, seca, mista ou sensível. Mas é muito comum algumas áreas do rosto apresentarem diferentes características. A zona T, por exemplo, (formada por testa, nariz e queixo) tem tendência a ser mais oleosa e as bochechas costumam ser ressecadas ou apresentar uma certa sensibilidade. Sendo assim, para atender todas essas regiões, o ideal é apostar na técnica multimasking, que é a junção de tipos diferentes de máscaras no rosto.

Como combinar as máscaras?
Máscara Mineral Argila Purificante: para as áreas mais oleosas, como a zona T;

Máscara Mineral Efeito Peeling: na região que apresentar uma textura ou tom mais irregular;

Máscara Mineral Reequilibrante: nos locais que apresentam mais sensibilidade ou ressecamento;

A produção dessa planta de uso cosmético é baixa, o que obriga empresas a importá-la

O cheiro forte que a babosa exala pode afastar os mais sensíveis. Mas a planta contém excelentes propriedades indicadas para o tratamento estético, além de constituir-se em um medicamento sem igual para aliviar problemas na pele, como acnes e queimaduras. Planta com função fitoterápica, a babosa conta com mais de 300 espécies, mas a aloe vera é a que possui maior valor comercial entre todas.

Reidratante e calmante, o gel viscoso dessa espécie ajuda a eliminar a dor quando aplicado sobre a queimadura. Porém, o produto não pode ser misturado ao látex, que causa irritações na pele.

Atualmente, sobressai a presença de babosa importada no mercado brasileiro. A produção nacional ainda está aquém da demanda, apesar de a atividade ser um bom negócio.

O cultivo da planta não requer muito trabalho; a capina é o principal cuidado que se deve ter com a cultura. Os maiores produtores são o interior de São Paulo (particularmente o município de Jarinu), Santa Catarina e Nordeste.

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Da babosa é possível obter diversos produtos de uso cosmético e medicinal, pois ela é um ótimo bactericida, cicatrizante e tem capacidade para reidratar os cabelos e a pele. Mas a planta, que permanece mais de dez anos em produção, também é cultivada para fins ornamentais. As flores amarelas, que nascem de um longo pedúnculo que surge no centro das folhas grossas, embelezam jardins e áreas abertas.

De origem africana, a babosa pertence à família das Liliáceas e é parecida com o cacto. Também é chamada de caraguatá, erva babosa e aloés. Quando adulta, produz de 15 a 30 folhas por ano. Elas são carnosas, firmes e quebradiças, com um líquido viscoso e macio. Na ponta, contam com bordas cheias de espinhos. É preciso ter cuidado para não se cortar.

As folhas maduras medem de 20 a 50 centímetros de comprimento, oito centímetros de largura e 3,5 centímetros de grossura, com peso que varia de 600 a 700 gramas. No primeiro ano, a plantação pode render até 100 quilos por hectare, e chegar a 400 quilos no quinto ou sexto ano. Nesse período, no entanto, há relatos de produtividade de até uma tonelada por hectare.

Raio X
Solo: fofo, bem drenado e permeável
Clima: quente
Área mínima: quintais e vasos
Colheita: um ano para o primeiro corte
Custos: a muda varia de 30 centavos a um real
Mãos à obra
Início – Se escolher plantar a variedade aloe vera, fique atento na hora de comprar a muda. A espécie é fácil de identificar, pois é a única babosa a contar com flores amarelas. Fornecedores que oferecem assistência técnica cobram quatro reais por muda, mas há preços na faixa entre 30 centavos e um real.
Ambiente – Solos bem drenados e permeáveis são os mais adequados para o desenvolvimento da babosa. O cultivo da planta se dá bem em regiões de clima seco, pois ela não precisa de água. Embora aceite grande variação de temperatura, desenvolve-se melhor em ambientes quentes.
Local – A região Nordeste possui as melhores condições para o plantio de babosa, quando a finalidade é produzir látex para a extração de aloína (laxante). Lugares secos e áridos, típicos da região, são onde a planta sofre estresse e aumenta a produção do látex.
Propagação – É por meio da técnica vegetativa. Folhas e rebrotos pegam bem em terra fofa. Enfie-os no solo preparado que logo estarão se desenvolvendo, principalmente quando forem os rebentos da planta-mãe e com raiz.
Espaçamento – O melhor espaçamento para pequenas áreas é de 1 x 1 metro. O indicado é cobrir o solo com alguma palhada de arroz ou casca de amendoim, por exemplo -, de maneira a proteger a superfície do solo contra a perda de nutrientes e reduzir o mato nas entrelinhas.
Colheita – A primeira colheita ocorre quando a planta emite novos rebrotos. As demais são feitas a cada ano antes da estação das chuvas, por volta de outubro. Apanhe manualmente; corte somente as folhas periféricas da base, em geral de cinco a seis unidades por planta.
Produção – O volume de suco da babosa pode somar 250 litros em um hectare. A extração envolve mesa de lavagem, separação do látex, desfibrador, prensa e evaporadores. Todos os equipamentos que mantêm contato com as folhas e gel devem ser de aço inox, para evitar oxidação. Apesar de encarecer o processo, trata-se de uma tecnologia simples.

O meu creme favorito da vez: Lift Gold Serum

O meu creme favorito da vez: Lift Gold Serum

Gente do céu! A base está caminhando pro fim e eu ainda não tinha resenhado. Enfim, quem acompanha os tutoriais e confere a lista de produtos sabe que uma das bases que eu mais uso (faz cerca de 1 ano) é a Lift Gold funciona.

A base é 2 em 1, com alta cobertura dispensando até o corretivo (por isso 2 em 1, base e corretivo no mesmo produto!). Ela me lembra bastante a Studio Scult da MAC que eu também amo – resenha aqui, porém sua fórmula é mais hidratante e confortável na minha opinião. Mas o estilo é o mesmo, uma base de longa duração e alta cobertura, que NÃO CRAQUELA.

O que eu mais amo nessa base é o toque aveludado e a cobertura que, apesar de ultra potente, fica muio natural. Ele tem uma certa luminosidade que deixa a pele parecendo ”de verdade” e não resultado de muita make. Mesmo quando eu passo pó ela não perde essa naturalidade/luminosidade.

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Incrível que sempre que a uso as pessoas comentam ”nossa que pele maravilhosaaaaa”, e nunca ”nossa que base é essa, amiga? rsrs”. Gosto tanto do efeito que uso até no meu dia-dia com praticamente zero de make nos olhos. Olha só um exemplo de selfie com ela:

O único porém é que ela dá uma transferida sim, se usar gola alta se prepara porque um pouco vai passar. Mas gosto tanto dela que deixo isso pra lá rsrsrs, até porque trata-se de uma base mais grossa, então é natural que ela transfira um pouco. Mas assim, dura o dia todo! O que transfere não muda o efeito final.

Também adoro o aplicador dessa base, facilita bastante na hora de aplicar evitando desperdício!

Ah, e sobre cheiro é um cheiro normal. Nada demais, não incomoda.