Autor: super-admin

Como Proteger o Bebe de Vírus e Bactérias

Não seja envergonhado em ser um campeão de combate a germes para o seu novo bebê! Porque, se você não defender seu bebê … quem será?

Os bebês são como uma fortaleza com poucos soldados dentro … infecções são mantidas em sua pele e no revestimento de sua boca e nariz. E o leite materno dá aos bebês um suprimento maravilhoso de glóbulos brancos que combatem as infecções que literalmente revestem os intestinos (e até mesmo nadam até os pulmões para policiar vigilantemente contra a invasão).

No entanto, uma vez que os germes médios penetram no corpo de um bebê (especialmente nos primeiros 4 meses de vida), eles podem assumir doenças que são muito inconvenientes – acordar a noite toda por causa de um nariz entupido – ou simplesmente sério … até a vida ameaçador. É por isso que é tão importante dar vacinas aos bebês durante os primeiros meses vulneráveis.

Leia também: Wallababie como funciona

(Curiosamente, uma vez que seu bebê atinge 4-6 meses de idade, seu sistema imunológico é muito mais forte, e alguma exposição a germes ajudará a construir seu sistema imunológico.)

Aqui estão algumas dicas ultra-práticas para manter esses germes longe de seu pequeno e precioso humano.

1. Apenas diga não aos visitantes ou use a capa protetora wallababie.

Limite os convidados a amigos e familiares próximos a chegar perto do bebe, a não ser que você tenha o wallababie que é uma capa protetora de vírus e bactérias para seu bebe. E, apenas deixe aqueles em quem será de baixa manutenção e altamente útil. Como um novo pai, você quer ser educado, mas não estúpido educado . Em outras palavras, defender a saúde do seu bebê é mais importante do que defender os sentimentos de seus amigos.

2.Especialmente limitar os visitantes das crianças

Mantenha as crianças fora de casa o máximo possível (elas carregam mais resfriados). Se você tem um bebê ou uma criança em idade pré-escolar, lave as mãos e os rostos quando chegar em casa e troque-os por roupas limpas para manter os germes sob controle.

3. Falando de roupas limpas
Faça todos jogarem uma camiseta limpa, pronto! Coloque uma placa na porta da frente dizendo a todos os visitantes que lavem imediatamente as mãos e coloquem uma camiseta grande – mantenha uma pilha de roupas limpas na porta da frente – antes que eles te abracem e fiquem com seus germes. O sinal vai lhe poupar muita energia quando se trata de comunicar suas novas “regras da casa”.

4. Amamentar Se Você Pode
O colostro, que é o que vem nos primeiros dias antes de o leite chegar, é preenchido com anticorpos e glóbulos brancos que carregam a imunidade da mãe e literalmente revestem o intestino do bebê e mantêm as bactérias ruins fora de seu corpo.

(E, se o seu bebê pegar um resfriado, pergunte ao seu médico sobre bombear uma ou duas gotas do seu leite – em um conta-gotas – e colocando-o no nariz do bebê para ajudar a combater um resfriado.

O leite materno está cheio de anticorpos, glóbulos brancos, enzimas e todos os tipos de outros fatores que impulsionam o sistema imunológico de um bebê.E, finalmente, para encurtar a história, o leite materno essencialmente dá ao seu bebê probióticos, as boas bactérias que nos ajudam a manter a saúde!)

5. Lave as mãos – muito!
Isso realmente funciona, especialmente quando você volta para casa de lugares públicos. Sabonete regular está bem. (Não use sabonetes antibacterianos. Eles contêm produtos químicos agressivos. Em setembro de 2016, o FDA baniu 19 produtos químicos encontrados nesses sabonetes, mas ainda não se pronunciou sobre três substâncias químicas.)

6. A importância de esfregar e esfregar
Os germes são como arroz cozido: para removê-los da sua pele, você deve esfregá-los. Isso significa que passar as mãos com sabão embaixo da torneira não é suficiente, você terá que esfregar vigorosamente as mãos para se livrar dos germes. Então, se você não conseguir se lavar antes de segurar o bebê, esfregue as mãos nas calças para reduzir a transferência de germes.

7. Quando você sai, mantenha as mãos para si mesmo!
Muitos pais não entendem que você pega a maioria dos resfriados ao tocar as coisas e depois transfere os germes para os olhos, nariz e boca. Os germes são espalhados por contato, não por gotículas no ar. Então, você não precisa ser um ermitão total com seu bebê. Você pode levá-la para fora de casa. Veja como pensar sobre isso: seu bebê não vai ficar doente porque você foi a um restaurante, mas ela pode ficar doente porque você abriu a porta do restaurante.

8. Imunize seu bebê – e seu círculo íntimo

Somos incrivelmente abençoados por não ter mais dezenas de milhares de bebês morrendo de sarampo e meningite, ou incapacitados pela pólio. Para proteger totalmente o seu bebê, ele garante que ele comece suas vacinas aos 2 meses de idade. E, por favor, compreendam que algumas doenças como a tosse convulsa e a gripe são especialmente perigosas nos primeiros meses de vida. É por isso que é crucial que todos os membros da família e cuidadores sejam imunizados… você quer criar um “casulo” de proteção para esse tempo antes que seu bebê possa ter suas vacinas.

9. Não viaje se você não tem que
Pode ser extremamente estressante se o seu bebê adoecer e você não puder ir ao seu pediatra de confiança. Salve-se este problema e fique perto de casa.

Tenha em mente, você não tem que viver em um mundo livre de germes para sempre … apenas nos primeiros 3-4 meses. Na verdade, sou fã da regra de 5 segundos para bebês mais velhos. Se você é muito higiênico, pode levar a mais alergias. Também é inteligente levar seu bebê para visitar uma fazenda em algum momento do primeiro ano de vida, uma prática que mostrou diminuir o desenvolvimento de alergias. E, os bebês são conhecidos por ter uma explosão ouvindo os animais relinchar, cluck e moo!

Suco detox febre nos EUA

Bebida a base de aipo vem conquistando cada vez mais admiradores no país por prometer emagrecimento rápido e outros benefícios

Suco de aipo seria
Freepik
“Isso mudou a minha vida. Perdi facilmente 9kg em pocos meses. Além disso, estou mais calma e paciente”. Essas são palavras da norte-americana Sara Joy Madsen sobre o suco detox de aipo, que, com fama de ‘elixir milagroso’, virou febre nos Estados Unidos.

Empresas do país entraram na onda e passaram a oferecer versões caras e engarrafadas da bebida. No Instagram, mais de 68 mil postagens foram marcadas com #celeryjuice (suco de aipo, em português) e mais de 17 mil trazem o rótulo #celeryjuicebenefits (benefícios do suco de aipo). Alguns famosos também aderiram à moda, como a atriz Debra Messing, que, no início deste mês, afirmou que teria como meta para 2019 tomar mais o suco.

Leia também: Max Detox

Veja também: Influencer que perdeu 141 quilos retira 7 quilos de pele em cirurgia

O criador do maior movimento a favor da bebida é o ‘guru de saúde’ Anthony Williams, de Los Angeles. Ele diz que, para conquistar os benefícios, é preciso consumi-la fresca, com o estômago vazio e não-diluída em água ou qualquer outro líquido.

Mas, para especialistas, o suco não passa de uma ‘mentira bem elaborada’.

Leia também: Max Detox funciona

“Não há nada de extraordinário no suco de aipo”, diz Abby Langer, dietista de Toronto, em entrevista à FoxNews. A nutricionista Shonali Soans afirma que ele é mais uma prova de que os seres humanos buscam soluções rápidas.

Leia também: Kifina funciona

“Claro, o aipo é cheio em nutrientes e tem muitos benefícios para a saúde, mas outros vegetais também têm”, diz a profissional.

Tanto Langer quanto Shonali concordam que ingerir o líquido não causará nenhum tipo de dano ao organismo. Quando misturado com medicamentos ansiolíticos, no entanto, há uma possibilidade vir a desenvolver pedras nos rins. Mas geralmente isso não acontece.

Leia também: Phytophen funciona

O dietista afirma que, se uma pessoa vê a pele ou o peso mudar, provavelmente é uma coincidência ou resultado de outra mudança de hábito, pois, segundo ele, não há base científica que comprove o poder ‘milagroso’ da bebida. “O único estudo que eles têm é alimentar ratos com aipo. Não há estudos do suco de aipo em humanos. É uma mentira bem elaborada”, diz.

Leia também: Farinha seca barriga funciona

47 cursos online gratuitos de Desenvolvimento Pessoal

Olá pessoal!

Desenvolvimento pessoal é o nome da temática que abarca os diversos conhecimentos, conceitos, recursos e técnicas relacionados ao desenvolvimento do potencial humano. O Desenvolvimento pressupõe um crescimento cognitivo, pessoal, que é observado através dos comportamentos.

Leia também: Fórmula negócio online

Desenvolva sua autoestima, renove sua identidade, obtenha força pessoal para desenvolver seus talentos empresariais. Melhore sua qualidade de vida tanto pessoal como empresarial, pois você aprenderá a desenvolver sua; Criatividade, Liderança, Inteligência, Habilidades, Poder Social e Poder de Comunicação.

Selecionamos 47 cursos online gratuitos que pode ajudar no seu Desenvolvimento Pessoal

Cólica menstrual

A cólica menstrual, também chamada de dismenorreia, afeta diretamente a vida da mulher e pode estar relacionada com problemas no sistema genital.
Publicado por: Vanessa Sardinha dos Santos em Problemas de Saúde

A cólica menstrual pode afetar diretamente o dia a dia da mulher
Bem vindo ao Player Audima. Clique TAB para navegar entre os botões, ou aperte CONTROL PONTO para dar PLAY. CONTROL PONTO E VÍRGULA ou BARRA para avançar. CONTROL VÍRGULA para retroceder. ALT PONTO E VÍRGULA ou BARRA para acelerar a velocidade de leitura. ALT VÍRGULA para desacelerar a velocidade de leitura.Play!Ouça este conteúdo 0:00AudimaAbrir menu de opções do player Audima.
A cólica menstrual, também chamada de dismenorreia, é uma dor uterina que pode ocorrer antes ou durante o período menstrual. Normalmente, a menstruação com muita dor impede que a mulher realize suas atividades diárias, desencadeando, portanto, sérios problemas, que afetam a vida pessoal e até mesmo profissional. Esse quadro pode repetir-se continuamente, uma vez que a dismenorreia ocorre de modo cíclico.

Leia também: o que é Cólica menstrual

→ Como é a dor da cólica menstrual?
A dor causada pela dismenorreia apresenta-se na forma de cólica e pode ser branda, causando apenas desconforto, ou intensa. Essa dor geralmente atinge a região do baixo-ventre ou a região lombar. Além da dor característica, cerca de 50% das mulheres reclamam de náuseas, vômitos, diarreias, nervosismo, tonturas, desmaios, dores de cabeça e nas mamas e inchaço.

Vale frisar que a cólica menstrual não é exclusividade de poucas mulheres. Estima-se que 90% das mulheres já passaram por esse problema em algum momento da vida, e essa dor pode durar por mais de um dia. Já a sua intensidade pode ter relação com problemas como tabagismo, alcoolismo e obesidade.

→ Dismenorreia primária e secundária
A dismenorreia pode ser classificada em primária ou secundária:

A primária, que também pode ser chamada de intrínseca, essencial ou idiopática, é aquela menstruação dolorosa que ocorre quando a paciente não apresenta nenhum problema pélvico ou outra condição orgânica. Esse tipo de cólica é causado pelo aumento de substâncias conhecidas como prostaglandinas, que são responsáveis por causar vasoconstrição e contração muscular. Geralmente ela ocorre com maior intensidade no início dos ciclos menstruais, diminuindo com a idade ou mesmo com a gravidez.

Não pare agora… Tem mais depois da publicidade 😉
A dismenorreia secundária está relacionada com problemas que causam alteração no sistema reprodutivo e geralmente acomete mulheres mais velhas, com idade entre 30 e 40 anos. Normalmente a dismenorreia que começa após dois anos da primeira menstruação tem causa secundária. Entre esses problemas, podemos citar anormalidades na anatomia do útero e da vagina, endometriose, miomas, infecções pélvicas, anticoncepcionais e uso do DIU.
→ Tratamento da cólica menstrual
A cólica menstrual é tratada geralmente com anti-inflamatórios não hormonais, os quais bloqueiam as prostaglandinas. Eles devem ser administrados antes ou durante os dias de menstruação. Entretanto, existem outras formas de tratamento, como o uso de anticoncepcionais, dieta apropriada, bolsa de água quente, massagem e exercício físico, o qual leva ao aumento da vasodilatação. Vale frisar que, quando a dismenorreia tem causa secundária, o tratamento volta-se para o problema que está desencadeando a dor.

Algumas dicas sobre dores nas articulações

Sinais de alarme

Em pacientes com dor em mais de uma articulação, os sintomas que devem motivar uma avaliação rápida são

  • Inflamação das articulações, calor e vermelhidão
  • Erupção cutânea de início recente, manchas ou manchas violáceas
  • Úlceras na boca, nariz ou genitais
  • Dor no peito, falta de ar ou tosse de início recente ou grave
  • Dor abdominal
  • Febre, sudorese ou arrepios
  • Vermelhidão ou dor ocular

Quando ir ao médico

Pessoas com sinais de aviso devem consultar o médico imediatamente. Aqueles que não têm sinais de aviso devem ligar para o seu médico. O médico decidirá a rapidez com que precisa ser visitado, dependendo da intensidade e localização da dor, se as articulações ficarem inflamadas, se a causa tiver sido previamente diagnosticada, e outros fatores. Em geral, um atraso de alguns dias não é prejudicial.

Desempenho do médico

Primeiro, o médico pergunta sobre os sintomas e o histórico médico do paciente. Em seguida, execute uma varredura física. A história clínica e o exame físico frequentemente sugerem a causa da dor articular e as evidências que podem ser necessárias ( algumas causas e características da dor poliarticular ).

O médico pergunta sobre a intensidade da dor, seu início (repentino ou gradual), como os sintomas variam com o tempo e o que aumenta ou diminui a dor (por exemplo, repouso ou movimento ou a hora do dia em que os sintomas pioram ou melhoram). Ele também pergunta sobre rigidez e inflamação articular, distúrbios articulares previamente diagnosticados e o risco de exposição a doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e doença de Lyme.

Se você gosta de dicas para a saúde conheça nosso blog de confiança, o Blog da cis.

O médico também realiza um exame físico completo. Todas as articulações (incluindo as da coluna vertebral) são verificadas por inflamação, vermelhidão, calor, dor e ruídos articulares com o movimento (crepitação). As articulações movem-se em toda a sua gama de mobilidade, primeiro pelo próprio paciente (amplitude de mobilidade ativa) e depois pelo médico (amplitude de mobilidade passiva). Este teste ajuda a determinar qual estrutura está causando a dor e se há inflamação. Os olhos, a boca, o nariz e os genitais também são examinados quanto a úlceras ou outros sinais de inflamação. A pele é examinada por uma erupção cutânea. Os linfonodos são palpados e os pulmões e coração são auscultados. A função do sistema nervoso é geralmente explorada,

Algumas descobertas fornecem pistas úteis sobre a causa. Por exemplo, se houver dor periarticular à palpação, mas não na própria articulação, a causa é provavelmente bursite ou tendinite. Se houver sensibilidade generalizada, pode ser fibromialgia. Se a sensibilidade afeta tanto a coluna quanto as articulações, as possíveis causas incluem osteoartrite, artrite reativa, espondilite anquilosante e artrite psoriásica. A varredura da mão pode ser útil para diferenciar entre artrite reumatóide e osteoartrite, dois tipos particularmente comuns de lesões articulares. Por exemplo, é mais provável que a artrite reumatóide afete as juntas (articulações metacarpofalângicas) e o pulso. É mais provável que a osteoartrite afete as articulações dos dedos próximos às unhas (interfalângica distal). É improvável que o pulso seja afetado na osteoartrite, exceto na base do polegar.

Testes complementares

Os seguintes testes em geral são os mais importantes:

  • Análise de fluido sinovial
  • Exames de sangue para autoanticorpos
  • Taxa de sedimentação de eritrócitos (ESR) e níveis de proteína C-reativa (PCR ou PCR)

Se as articulações estão inflamadas, o médico geralmente coloca uma agulha na articulação para coletar uma amostra do líquido da articulação para análise (um procedimento chamado artrocentese). O médico geralmente anestesia a área antes de tomar a amostra, para que o paciente tenha pouca ou nenhuma dor durante o procedimento. Geralmente, culturas do fluido articular são feitas para ver se existe uma infecção. O fluido articular é estudado sob um microscópio para cristais, o que indicaria gota ou distúrbios relacionados. O número de glóbulos brancos (leucócitos) determina se a articulação está inflamada.

O médico também costuma fazer exames de sangue para autoanticorpos. Exemplos deste tipo de testes são anticorpos antinucleares, anti-DNA de cadeia dupla, peptídeo citrulinado anti-cíclico e fator reumatóide. A presença de autoanticorpos no sangue pode indicar uma doença autoimune, como artrite reumatóide ou lúpus eritematoso sistêmico.

A taxa de sedimentação de eritrócitos (ESR) é um teste que mede a taxa na qual os glóbulos vermelhos (eritrócitos) assentam no fundo de um tubo de ensaio cheio de sangue. Se o sangue é rapidamente depositados normalmente significa que é provável que haja uma inflamação que afecta todo o corpo (sistémica), embora muitos factores podem distorcer a determinação da VSG, tais como a idade e a anemia, de modo que o teste Às vezes é impreciso. Para ajudar a determinar se uma inflamação sistémica para além da VSG, por vezes, o médico faz a análise de sangue C-reactiva (PCR ou PCR, em Inglês, uma proteína que circula no sangue e cujo nível aumenta grandemente proteína quando há inflamação).

Às vezes, exames de diagnóstico por imagem são necessários, especialmente se houver a possibilidade de um tumor ósseo ou articular. Primeiras radiografias são feitas, mas às vezes, você tem que obter uma tomografia computadorizada (TC) ou uma ressonância magnética nuclear (RMN).

Tratamento

O distúrbio subjacente é tratado. Por exemplo, pacientes com uma doença auto-imune (como o lúpus eritematoso sistêmico) podem precisar de um medicamento que suprime o sistema imunológico. Pacientes com infecção articular com gonorréia precisam de antibióticos.

Os sintomas geralmente podem ser aliviados antes de se conhecer o diagnóstico. A inflamação geralmente pode ser tratada com medicamentos antiinflamatórios não-esteróides (AINEs). Dor sem inflamação é geralmente tratada com mais segurança com paracetamol (acetaminofeno). A imobilização da articulação com uma tala ou funda pode às vezes aliviar a dor. A aplicação de calor (por exemplo, com uma manta elétrica) pode reduzir a dor causada pelo espasmo dos músculos periarticulares (por exemplo, após o trauma). A aplicação de frio (por exemplo, por gelo) pode ajudar a aliviar a dor causada pela inflamação das articulações. Calor ou frio deve ser aplicado por pelo menos 15 minutos de cada vez para permitir a penetração profunda. A pele deve ser protegida de calor ou frio extremos. Por exemplo,

Depois que a dor aguda e a inflamação diminuíram, a fisioterapia pode ser útil para recuperar ou manter a amplitude de movimento e fortalecer os músculos circundantes. Em pacientes com artrite crônica, é importante manter a atividade física para evitar rigidez articular permanente (contratura articular) e perda de massa muscular (atrofia).


A produção dessa planta de uso cosmético é baixa, o que obriga empresas a importá-la

O cheiro forte que a babosa exala pode afastar os mais sensíveis. Mas a planta contém excelentes propriedades indicadas para o tratamento estético, além de constituir-se em um medicamento sem igual para aliviar problemas na pele, como acnes e queimaduras. Planta com função fitoterápica, a babosa conta com mais de 300 espécies, mas a aloe vera é a que possui maior valor comercial entre todas.

Reidratante e calmante, o gel viscoso dessa espécie ajuda a eliminar a dor quando aplicado sobre a queimadura. Porém, o produto não pode ser misturado ao látex, que causa irritações na pele.

Atualmente, sobressai a presença de babosa importada no mercado brasileiro. A produção nacional ainda está aquém da demanda, apesar de a atividade ser um bom negócio.

O cultivo da planta não requer muito trabalho; a capina é o principal cuidado que se deve ter com a cultura. Os maiores produtores são o interior de São Paulo (particularmente o município de Jarinu), Santa Catarina e Nordeste.

Leia também: Babosa para a pele

Da babosa é possível obter diversos produtos de uso cosmético e medicinal, pois ela é um ótimo bactericida, cicatrizante e tem capacidade para reidratar os cabelos e a pele. Mas a planta, que permanece mais de dez anos em produção, também é cultivada para fins ornamentais. As flores amarelas, que nascem de um longo pedúnculo que surge no centro das folhas grossas, embelezam jardins e áreas abertas.

De origem africana, a babosa pertence à família das Liliáceas e é parecida com o cacto. Também é chamada de caraguatá, erva babosa e aloés. Quando adulta, produz de 15 a 30 folhas por ano. Elas são carnosas, firmes e quebradiças, com um líquido viscoso e macio. Na ponta, contam com bordas cheias de espinhos. É preciso ter cuidado para não se cortar.

As folhas maduras medem de 20 a 50 centímetros de comprimento, oito centímetros de largura e 3,5 centímetros de grossura, com peso que varia de 600 a 700 gramas. No primeiro ano, a plantação pode render até 100 quilos por hectare, e chegar a 400 quilos no quinto ou sexto ano. Nesse período, no entanto, há relatos de produtividade de até uma tonelada por hectare.

Raio X
Solo: fofo, bem drenado e permeável
Clima: quente
Área mínima: quintais e vasos
Colheita: um ano para o primeiro corte
Custos: a muda varia de 30 centavos a um real
Mãos à obra
Início – Se escolher plantar a variedade aloe vera, fique atento na hora de comprar a muda. A espécie é fácil de identificar, pois é a única babosa a contar com flores amarelas. Fornecedores que oferecem assistência técnica cobram quatro reais por muda, mas há preços na faixa entre 30 centavos e um real.
Ambiente – Solos bem drenados e permeáveis são os mais adequados para o desenvolvimento da babosa. O cultivo da planta se dá bem em regiões de clima seco, pois ela não precisa de água. Embora aceite grande variação de temperatura, desenvolve-se melhor em ambientes quentes.
Local – A região Nordeste possui as melhores condições para o plantio de babosa, quando a finalidade é produzir látex para a extração de aloína (laxante). Lugares secos e áridos, típicos da região, são onde a planta sofre estresse e aumenta a produção do látex.
Propagação – É por meio da técnica vegetativa. Folhas e rebrotos pegam bem em terra fofa. Enfie-os no solo preparado que logo estarão se desenvolvendo, principalmente quando forem os rebentos da planta-mãe e com raiz.
Espaçamento – O melhor espaçamento para pequenas áreas é de 1 x 1 metro. O indicado é cobrir o solo com alguma palhada de arroz ou casca de amendoim, por exemplo -, de maneira a proteger a superfície do solo contra a perda de nutrientes e reduzir o mato nas entrelinhas.
Colheita – A primeira colheita ocorre quando a planta emite novos rebrotos. As demais são feitas a cada ano antes da estação das chuvas, por volta de outubro. Apanhe manualmente; corte somente as folhas periféricas da base, em geral de cinco a seis unidades por planta.
Produção – O volume de suco da babosa pode somar 250 litros em um hectare. A extração envolve mesa de lavagem, separação do látex, desfibrador, prensa e evaporadores. Todos os equipamentos que mantêm contato com as folhas e gel devem ser de aço inox, para evitar oxidação. Apesar de encarecer o processo, trata-se de uma tecnologia simples.

Contamos aqui tudo o que você precisa saber sobre dieta low carb

Se você está na luta para emagrecer ou simplesmente gosta de ter uma alimentação saudável, com certeza já deve ter ouvido falar sobre a dieta low carb, não é verdade? Afinal, nos últimos tempos, ela caiu no gosto das pessoas e vem conquistando cada vez mais adeptos.

Basicamente, ela é um estilo alimentar que tem como principais objetivos a perda de peso, o controle do índice glicêmico do sangue e a prevenção de algumas doenças, como diabetes e pressão alta.

Sabendo disso, preparamos este post com as principais informações sobre essa dieta, para que você possa tirar todas as suas dúvidas, saber quais são os alimentos indicados e ainda confirmar se ela realmente funciona. Ficou curioso? Então, bora conferir!

O que é a dieta low carb?
Low carb significa baixo carboidrato. Então, como o próprio nome já diz, essa dieta nada mais é que a diminuição dos carboidratos simples consumidos no dia a dia, como arroz branco, macarrão e pão.

Para compensar essa redução, deve-se aumentar a ingestão de proteína para emagrecer — como carnes e ovos — e de gorduras boas — presentes em alimentos como salmão, sardinha, atum, abacate, castanhas, azeite e óleo de coco.

Essa dieta é muito boa para o emagrecimento justamente porque o metabolismo passa a funcionar melhor com o aumento do consumo das proteínas e das gorduras boas. Além disso, diminui a inflamação do corpo e combate a retenção de líquidos. Não é demais?

Em uma alimentação convencional, os carboidratos compõem cerca de 50% a 55% do que é ingerido. Na dieta low carb, o objetivo é que esse macronutriente faça parte de somente 45% a 20% da alimentação de um dia inteiro. Mesmo assim, essa quantidade varia de acordo com a necessidade da pessoa e o nível de atividade física praticado por ela.

Além disso, é importante lembrar que ela não defende a eliminação total dos carboidratos, mas sim a preferência pelos que tenham baixo índice glicêmico, que fazem com que a glicose seja absorvida em uma velocidade mais lenta, evitando os picos de insulina no corpo.

Quais são os seus benefícios?
A dieta low carb oferece muitos benefícios para a saúde de quem a pratica. A seguir, saiba quais são eles!

Previne diabetes
Como essa dieta propõe o consumo apenas de carboidratos com índice glicêmico baixo ou moderado (que aumentam os níveis de glicose e de insulina no sangue de forma bem mais lenta e controlada), pode ser uma ótima opção para prevenir a diabetes tipo 2.

Dá saciedade
Os melhores carboidratos são aqueles ricos em fibras, como o pão e o arroz integral — alimentos que fazem parte da dieta low carb. Eles prolongam o tempo em que o alimento fica no estômago e fazem com que a velocidade de absorção da glicose seja diminuída.

Além disso, evitam os picos de insulina que acontecem quando ele chega ao intestino, dão saciedade e, consequentemente, diminuem aquela fome de leão que insiste em aparecer fora de hora. Ótimo, não é mesmo?

Acelera o metabolismo
A dieta low carb também pode ser uma excelente aliada no bom funcionamento do metabolismo. Afinal, a digestão da alta quantidade de proteínas exigida nesse método precisa de muito mais energia do corpo do que a quebra dos carboidratos. Isso faz com que aconteça uma grande aceleração em resposta ao aumento desse consumo.

As proteínas também são essenciais para:

a formação de massa muscular, o que gasta muito mais energia do que as células de gordura;

controlar o apetite, justamente por evitarem o famoso pico de insulina; e

atrasar o esvaziamento do estômago, contribuindo para que o praticante não sinta fome por um bom tempo.

Afasta a vontade de comer doces e massas
Sabia que até quem não precisa perder peso pode aproveitar os benefícios da dieta low carb? Esse plano alimentar pode ser usado como ponto de partida para uma grande mudança dos hábitos alimentares.

A redução dos carboidratos proposta por ela tem um efeito colateral muito positivo: as variações de glicose que, por sua vez, diminuem a vontade de comer doces e alimentos processados e refinados, facilitando a vida de quem quer emagrecer e levar uma vida mais saudável.

Diminui a pressão alta
Ter a pressão alta é um importante fator de risco para muitos problemas, como acidente vascular cerebral, insuficiência renal e doenças cardíacas. Sendo assim, a dieta low carb pode ser uma excelente saída para afastar essas complicações, já que a diminuição dos carboidratos do cardápio leva ao total equilíbrio da pressão sanguínea.

E os seus riscos?
Convém ressaltar que antes de embarcar de vez na dieta low carb sem a devida orientação de um nutricionista, é preciso ter alguns cuidados. Isso porque os carboidratos também são muito importantes para o corpo, e dietas que exigem a redução drástica desses macronutrientes podem provocar alguns problemas de saúde.

A diminuição do metabolismo basal, que dificulta uma futura perda de peso, e da massa muscular, justamente por forçar o corpo a usar os aminoácidos presentes nos músculos como combustível, são um dos principais. Por isso, boa parte do peso perdido não é gordura, mas sim músculo e água.

Uma grande consequência da falta de carboidratos é o excesso do consumo de proteínas, fator que traz riscos para a saúde, como aumento da ocorrência de câncer, de diabetes e de osteoporose. Quem tem algum problema mais grave nos rins também pode ser prejudicado pelo excesso desse aminoácido.

Outros sintomas da falta de carboidrato no corpo são:

dores de cabeça;

movimentos lentos;

muito sono durante o dia e insônia à noite;

déficit de atenção;

diminuição da coordenação motora;

oscilações de humor;

raciocínio lento;

cansaço excessivo;

prisão de ventre

indisposição.

Mas não precisa se assustar: todos esses malefícios e complicações só vão acontecer de acordo com o número de carboidratos que serão cortados da sua dieta. Por isso, antes de começar esse plano alimentar, é muito importante conhecer o seu corpo e buscar a ajuda de um nutricionista. Afinal, só ele saberá do que você precisa e do que sentirá mais falta.

Como fazer a dieta low carb?
Como já falamos lá no comecinho, para fazer a dieta low carb é preciso diminuir ou cortar de vez os carboidratos simples da alimentação, como farinha branca, açúcar, arroz branco, refrigerantes e doces. Além disso, em alguns casos, pode ser preciso evitar o consumo dos bons, como pão integral, aveia, batata-doce e inhame.

O carboidrato que deverá ser eliminado da dieta varia de acordo com o metabolismo do praticante. Mesmo assim, isso deve ser feito de um jeito progressivo para que o organismo se acostume e não sofra com alguns efeitos colaterais desagradáveis, como dores de cabeça, tonturas e alterações no humor.

Os lanches devem incluir alimentos como ovos, castanhas, abacate, queijos e coco, podendo-se equilibrar com uma fruta ou uma fatia de pão integral, por exemplo. O almoço e o jantar devem ser ricos em carnes magras, saladas e azeite, podendo ter poucos carboidratos, como arroz integral, feijão, abóbora e batatas. Mas, como dissemos, tudo vai depender da individualidade e do organismo de cada um.

Primeiramente, você precisará saber qual é a quantidade máxima de carboidratos que pretende ou pode consumir diariamente. Em seguida, deverá fazer uma lista de compras com os alimentos permitidos na dieta low carb.

Ter tudo de que precisa à mão (principalmente nos primeiros dias) vai evitar diversas idas ao supermercado e ainda deixará a programação do cardápio muito mais fácil e prazerosa.

Não existe uma quantidade exata de consumo de cada alimento porque não é preciso fazer um controle rígido das calorias. Mesmo assim, é muito importante que você limite o consumo de carboidratos e não ultrapasse o seu ponto de saciedade, certo? Na dúvida, vamos apresentar um bom exemplo de cardápio um pouquinho mais à frente.

Quais são os alimentos indicados nessa dieta?
Quando você começa alguma dieta, sempre tem muitas dúvidas sobre o que pode ou não comer, não é verdade? Então, para facilitar sua vida, vamos apresentar alguns alimentos que podem ser incluídos no seu cardápio e na sua lista de compras. Confira!

Proteínas
As proteínas são nutrientes muito importantes para o organismo. Afinal, elas fornecem aminoácidos essenciais para as funções estruturais, motoras e metabólicas, e são componentes fundamentais dos músculos e da formação de colágeno. Além de tudo isso, ajudam na produção de hormônios e de enzimas e na regulação da imunidade.

Os alimentos ricos em proteínas que apresentam todos os aminoácidos essenciais para uma boa dieta low carb são:

carne bovina;

aves;

peixes;

ovos;

soja;

queijos e laticínios;

whey protein isolado.

Fontes de gorduras boas
Alguns alimentos ricos em gorduras boas também têm pouquíssimos carboidratos e são muito saudáveis. O azeite, as oleaginosas, o atum, o salmão, a sardinha, o óleo de coco, a manteiga e o abacate são ótimos exemplos disso.

O consumo desses produtos é excelente para prevenir derrames e doenças cardiovasculares, além de aumentar os níveis de colesterol bom (HDL) e diminuir o ruim (LDL), afastando o risco de infartos ou de aterosclerose.

Verduras e legumes
Por mais que as verduras e os legumes sejam excelentes alimentos para a saúde do corpo, nem todos devem fazer parte do cardápio de uma dieta low carb — somente os que contêm baixo carboidrato. Veja quais são:

abobrinha;

brócolis;

couve-flor;

rabanete;

acelga;

cogumelos;

aipo;

couve;

tomate;

agrião;

pimentão;

aspargos;

quiabo;

espinafre;

berinjela;

pepino;

chuchu;

cebola;

vagem;

rúcula;

escarola;

alho-poró;

alface;

azeitona.

Frutas
Por sua vez, as frutas são ricas em frutose, uma fonte de carboidrato. Por conta disso, nem todas podem fazer parte de uma dieta low carb e, em alguns casos, a forma de consumo pode diminuir a velocidade com que essa fonte vai entrar no organismo. Então, para melhorar esses níveis, elas devem ser sempre consumidas com uma fonte de fibras, como a aveia ou a semente de chia.

As principais frutas permitidas nessa dieta são:

abacate;

morango;

pêssego;

melão;

coco;

pera;

kiwi;

damasco;

cereja;

amora;

framboesa;

mirtilo;

frutas cítricas (desde que sejam consumidas com bagaço).

Outros alimentos
Outros excelentes alimentos que também podem ser incluídos no cardápio de um praticante da dieta low carb são:

maionese;

frutos-do-mar;

cogumelos de todos os tipos;

leite de coco;

gelatina diet;

adoçantes naturais, como a stévia;

café e chás sem açúcar;

chia;

linhaça;

semente de girassol;

gergelim;

água.

E quais são os alimentos não recomendados?
Como nem tudo são flores, também existe uma listinha com alguns alimentos que não devem ser consumidos em um estilo de vida low carb. Confira quais são:

açúcar de qualquer tipo;

farinha de trigo refinada ou integral;

massas;

batata inglesa;

frutas com alto índice glicêmico, como banana, melancia, manga e uva;

bolos;

sobremesas em geral;

produtos diet;

sucos de fruta;

biscoitos;

álcool;

refrigerantes;

ervilha;

milho;

arroz e pão branco;

cevada;

centeio;

torradas;

salgadinhos;

farofa;

tapioca;

cuscuz;

margarina;

embutidos, como salsicha, bacon e linguiça.

Uma dica importante é tentar evitar qualquer tipo de produto industrializado, já que normalmente todos são ricos em carboidratos. Prefira sempre comida de verdade, certo?

Quais alimentos podem ter o consumo moderado?
Além dos já mencionados, alguns alimentos podem ser consumidos na dieta low carb, mas desde que seja com moderação e em total equilíbrio com as proteínas e as gorduras boas. Veja a seguir quais são eles:

oleaginosas como nozes, castanhas, amendoim, amêndoas e pistache;

pão, arroz e macarrão integral;

grão-de-bico;

feijão;

lentilha;

leite;

creme de leite;

cream cheese;

iogurte desnatado e sem açúcar;

batata-doce;

inhame;

mandioca.

Geralmente, as pessoas que praticam exercícios físicos regularmente costumam tolerar maiores quantidades de carboidrato na dieta, sem ganhar peso com tanta facilidade quanto as outras. Em vista disso, podem consumir os alimentos de consumo moderado sem medo.

Como a dieta low carb pode ajudar no emagrecimento?
A dieta low carb é muito boa para o emagrecimento porque os alimentos consumidos são saudáveis, naturais e de baixo índice glicêmico. Isso significa que a glicose do carboidrato ingerido será usada apenas para ganhar energia. Caso aconteça algum excesso dessa substância, ela é guardada em forma de gordura e, se for usada antes da próxima refeição, pode fazer o praticante perder peso.

Mesmo assim, para que o organismo consiga queimar toda sua gordura, é preciso liberar um hormônio chamado glucagon. E quando a dieta é rica em alimentos com alto índice glicêmico, isso nunca acontece. Sem ele, a gordura que está estocada não é queimada e não há a perda de peso.

Por outro lado, se a dieta priorizar o consumo de alimentos de baixo índice glicêmico, há uma alteração menor da insulina e, consequentemente, maior produção de glucagon. Quando há a presença de fibras, proteínas e atividade física, a liberação do hormônio é ainda mais potente. Inclusive, essa é uma das principais vantagens em não fazer dieta sem exercício.

Então, quando a dieta low carb recomenda uma pequena diminuição de carboidratos (até 40% do que é ingerido no dia), ela também ajuda a emagrecer. Só que é relevante optar pelas versões com índice glicêmico baixo ou moderado porque, como já dissemos, elas ajudam diretamente na queima do estoque de gordura do corpo.

Leia também: Kifina funciona

Além disso, a proteína e a gordura ingeridas também deverão ser controladas. Com uma redução de 10% e com a melhora na qualidade do cardápio, o praticante não só vai conseguir um bom resultado, como também uma excelente reeducação de todos os seus hábitos alimentares. Não é demais?

Quem não pode fazer essa dieta?
A dieta low carb não é indicada para alguns grupos de pessoas, como as que sofrem de diabetes e insuficiência renal, cardíaca ou hepática. Quem treina também deverá consultar um profissional para fazer uma avaliação mais detalhada de toda a sua rotina.

Leia também: Farinha seca barriga funciona

Além disso, não é recomendada para quem tem relações complicadas com a comida ou algum tipo de transtorno alimentar, como bulimia, anorexia ou distorção de imagem. Ela poderá piorar os sintomas e deixar o paciente ainda mais doente. Na dúvida, não custa reforçar: um médico sempre deverá ser consultado, principalmente nesses casos.

Se você tem uma relação mais racional e tranquila com a comida ou tem algum problema de saúde em que ela pode ser indicada para amenizar os sintomas, mergulhe de cabeça! Caso contrário, tome cuidado. Sua saúde agradece.

Leia também: E-book 101 Receitas Low Carb loja

Existe algum cardápio para seguir a dieta low carb semanalmente?
Não existe um cardápio específico para dieta low carb, já que seu principal objetivo é fazer com que o praticante consuma menos carboidratos e foque nas proteínas e gorduras saudáveis. Ele só precisa ser bem variado e incluir todos os nutrientes necessários.

Mesmo assim, vamos apresentar abaixo um exemplo com algumas opções mais ou menos elaboradas para cada refeição. Lembre-se de que você poderá mudá-las a qualquer momento a fim de incluir as coisas de que gosta e sair um pouco da rotina semanal.

Leia também: Phytophen funciona

Café da manhã
Para ter um excelente café da manhã low carb, escolha uma das seguintes opções:

opção 1 — omelete com queijo, salsinha e cebolinha e 1 colher de chá de semente de linhaça dourada;

opção 2 — enroladinhos de queijo preparados com tomate e orégano na frigideira;

opção 3 — ½ abacate coberto com 1 ovo (retire o caroço da fruta, coloque um ovo dentro de uma metade e tempere com sal, pimenta e outros temperos a gosto. Asse em forno médio por 10-12 minutos ou leve ao micro-ondas por 3 minutos);

opção 4 — 2 ovos fritos no óleo de coco + 1 fatia de queijo minas derretido;

opção 5 — pão low carb (bata 3 ovos + 90g de cream cheese + sal a gosto e leve para assar em forno médio por 20-25 minutos) com queijo.

Lanche da manhã
Para o lanche da manhã, anote essas dicas:

opção 1 — 2 ovos cozidos temperados com azeite, tomilho e cebolinha;

opção 2 — 1 xícara de café com creme de leite;

opção 3 — 1 pedaço de queijo;

opção 4 — “palitos” de pepino mergulhados em cream cheese.

Almoço
O almoço mais indicado para uma boa dieta low carb deve contar com as seguintes combinações:

opção 1 — salmão (ou outro peixe de sua preferência) grelhado com brócolis ou couve-flor;

opção 2 — 1 pires de salada de rúcula e rabanete + 1 bife grande + 3 azeitonas;

opção 3 — peito de frango assado + couve refogada no óleo de coco;

opção 4 — “sanduíche” de alface no lugar do pão + maionese + queijo + frango desfiado;

opção 5 — almôndegas low carb (carne bovina com linhaça e aveia) + legumes refogados no azeite.

Lanche da tarde
Para matar a fome no meio da tarde sem abusar dos carboidratos, escolha uma das opções:

opção 1 — ½ xícara de morangos com 1 colher de creme de leite e adoçante;

opção 2 — 1 xícara de gelatina sem açúcar;

opção 3 — 5 nozes;

opção 4 — ½ xícara de chips de provolone;

opção 5 — 2 panquecas finas de whey.

Jantar
Se quer terminar o dia na vibe low carb, confira as sugestões a seguir:

opção 1 — salada + ovos mexidos com espinafre, cebolinha e salsa;

opção 2 — 1 lata de atum + 1 xícara de legumes cozidos;

opção 3 — bife de carne bovina + shitake na manteiga + 1 pires de salada de folhas;

opção 4 — camarões grelhados com alho + salada de abacate com alface.

Ceia
Agora, se você dorme um pouquinho mais tarde devido à falta de tempo nas rotinas, poderá desfrutar das seguintes opções de ceia:

opção 1 — 1 xícara de melão em cubos;

opção 2 — 2 colheres de semente de girassol;

opção 3 — 5 cerejas;

opção 4 — 1 pedaço de queijo + ½ pera;

opção 5 — 3 azeitonas.

Além de todas essas combinações que sugerimos para um cardápio totalmente balanceado e cheio de fibras, beba de 2 a 3 litros de água por dia e, sempre que possível, aumente o consumo de gorduras boas, como peixes, azeite, amendoim, castanhas, abacate e coco.

Por fim, é importante lembrar que quanto menos carboidrato na dieta, maior é o estímulo para a perda de peso. Mesmo assim, é recomendado que a dieta low carb seja feita sempre com a ajuda de um nutricionista para que você não tenha maiores problemas com sua saúde, combinado? Assim, vai conquistar o corpinho que sempre sonhou sem deixar a qualidade de vida de lado!

E aí, gostou de conhecer a dieta low carb e todos os seus benefícios para o corpo? Aproveite que está por aqui e saiba quais são os 8 aplicativos que não podem faltar no seu celular para ajudá-lo a levar uma vida mais saudável e feliz. Você vai adorar!

Jejum Intermitente: Utopia ou estratégia válida para perda de peso?

Membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes
Mestre pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
Doutoranda em Clínica Cirúrgica pela Universidade Federal do Paraná
Pós-Graduada em Nutrição Clínica pelo GANEP e em Educação em Diabetes pela UNIP
Presidente do Comitê de Nutrição da BRASPEN – Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral
Treinamento avançado no Joslin Diabetes Center – Harvard
O aumento alarmante do sobrepeso e da obesidade resulta em busca constante por métodos efetivos para perda de peso. A utilização do jejum intermitente ganhou destaque na mídia leiga e médica nos últimos anos, tanto para perda de peso como melhora de parâmetros metabólicos. Esta é uma modalidade de jejum intencional programada em intervalos de tempos pré-estabelecidos, intercalados com períodos sem restrição alimentar. Existem diferentes protocolos1:

Jejum intermitente em horário restrito (intervalado): manter cerca de 8 horas de ingestão livre seguidas por cerca de 16 horas de jejum (podendo incluir o jejum noturno);
Jejum intermitente em dias alternados: dias de ingestão livre são intercalados com dias de jejum (normalmente com consumo inferior a 25% das necessidades calóricas), totalizando até 36h de jejum. Esta forma de jejum varia muito dependendo do protocolo;
Jejum intermitente prolongado periódico: o jejum dura no mínimo 24h e ocorre geralmente entre uma ou duas vezes por semana.
Muitos estudos clínicos mostram que o jejum intermitente promove perda de peso associada com perda de gordura corporal e de circunferência da cintura, além de benefícios metabólicos. Entretanto, a limitação da grande maioria destes estudos é incluir um n pequeno e carecer de grupo controle, e portanto de comparação com outros métodos de perda de peso. Além disso, a maioria dos estudos não avalia a perda de peso e manutenção da perda em longo prazo1-13.

Leia também: como fazer Jejum Intermitente

Alguns estudos clínicos se destacam pelo número maior de participantes e existência de grupo controle. Destes, alguns mostram que a perda de peso é superior utilizando o jejum intermitente quando comparado com restrição calórica contínua convencional. Outros estudos, entretanto, não mostram diferença significativa entre os métodos. Poucos estudos concluem, ainda, que a restrição calórica contínua promove perda de peso superior ao jejum intermitente. As meta-análises e revisões sistemáticas também divergem nos resultados encontrados1-13.

Leia também: Kifina reclame aqui

Em pacientes com diabetes mellitus, com sobrepeso ou obesidade, a perda de peso com o jejum intermitente resulta na mesma controversa de resultados e limitações citadas – mas parece reduzir mais a resistência à insulina quando comparado com a restrição calórica contínua1-13. Estudo recente14 mostrou que o jejum intermitente em horário restrito (permitindo ingestão alimentar até as 15:00h) resultou em redução da insulina de jejum em homens com pré-diabetes, mesmo sem apresentar perda de peso (a proposta do estudo foi de compensação calórica para que não houvesse perda de peso). Muitos estudos mostram que a redução da glicemia de jejum, entretanto, não apresenta diferença quando comparada com a restrição calórica contínua. É importante destacar que, em pacientes com diabetes, o jejum intermitente pode aumentar os episódios de hipoglicemia, o que exige educação prévia e ajuste nas doses de medicamentos 15.

Leia também: Phytophen reclame aqui

Conclusão: Os resultados encontrados na literatura são divergentes, o que pode ser explicado pela grande variedade de protocolos aplicados e pela heterogeneidade dos participantes incluídos. Entretanto, é possível concluir que a prática do jejum intermitente é eficaz para perda de peso, podendo ser mais uma ferramenta para este difícil desafio. Mas, é importante destacar também que, até o momento, a prática do jejum intermitente não pode ser considerada superior à restrição calórica contínua convencional. O profissional que optar por esta prática deve se basear nas individualidades de cada paciente para avaliar o benefício e possíveis riscos da utilização do jejum intermitente em substituição a outras modalidades convencionais de perda de peso.

Leia também: Farinha seca barriga reclame aqui

A Massagem Redutora

É a massagem com finalidade estética propriamente dita. Apesar de não haver comprovação científica de que a massagem realmente reduz medidas, trata-se de uma modalidade muito procurada em razão do pensamento do senso comum de que a massagem é capaz de resolver todos os males.

Apesar de todo o marketing em cima das novas técnicas de “massagens milagrosas”, há somente um tipo de massagem redutora. As clínicas tentam chamar a atenção dos clientes modificando o nome dos tratamentos, incrementando com complementos e acessórios, aumentando o tempo da sessão, utilizando cremes com temperaturas diferentes e princípios ativos inovadores, aumentando a pressão das manobras e utilizando novos aparelhos.

Até quatro mãos ao mesmo tempo, ou seja, duas pessoas realizando a massagem também é um artifício para aumentar o fluxo de clientes. Todos os métodos, fundamentados ou não, têm a mesma finalidade: reduzir medidas e modelar o corpo. E, assim, surgem as nomenclaturas: “massagem modeladora” “lipoescultura manual”, “massagem turbinada” ou “massagem escultural”, etc.

Entretanto, o que realmente é um efeito desse tipo de massagem é o favorecimento da troca de líquidos, que pode implicar na melhora da circulação periférica que dará condições aos adipócitos, em especial os localizados mais superficialmente, de manterem sua carga, impedindo a sedimentação que dá origem à celulite.

Outro benefício: alguns acreditam que a massagem estimula a contração da musculatura vascular, tonificando a região massageada. E o amassamento diminui os espaços intercelulares, fazendo com que cada célula de gordura ocupe o seu lugar, o que faz com que ocupem menos volume, reduzindo alguns centímetros do local trabalhado.

Ressaltamos que Massagem Redutora e Drenagem Linfática Manual não são a mesma coisa. A primeira consiste em manobras vigorosas e bem ritmadas e rápidas, no melhor estilo “sovar pão”. A segunda é suave, lenta e rítmica, com uma dança de balé, sem nenhuma pressão. Além de seus objetivos e indicações diferirem. A redutora tem o objetivo de mobilizar o tecido gorduroso e modelar a silhueta. A drenagem, além de eliminar líquidos tem finalidades terapêuticas.

Atualmente, até mesmo a classe médica, que condenava a técnica, tem reconhecido o seu valor, em especial os médicos especializados em medicina estética. Alguns afirmam que os movimentos colaboram com o aumento do metabolismo dos adipócitos, assim como com a circulação local. Todavia, não é correto dizer que pode gerar a lipólise (quebra de gordura) e a consequente redução dos acúmulos adiposos no local trabalhado.

Portanto, é importante o conhecimento profundo da anatomia humana. Isto porque, no momento de modelar o corpo, podem-se fazer manobras que mexem com a fibra muscular. Qualquer movimento inadequado pode gerar hematomas. E, ao contrário do que muitas massoterapeutas alegam, um enorme hematoma não significa que é o local onde a gordura foi “destruída”.

Leia também: massagem redutora funciona

Na realidade, são locais aonde vasos sanguíneos e linfáticos foram lesados e, sabemos que locais de circulação prejudicada não favorecem o tratamento de gordura localizada, muito menos da celulite. A dor após as primeiras sessões é comum, mas não é normal que estas dores sejam frequentes.

É necessário informar que os resultados conseguidos na primeira sessão não são duradouros. O que pode ser perdido imediatamente é uma grande quantidade de líquido que será reposta nas próximas horas quando ingerimos água, sucos e outros tipos de líquido.

Leia também: Phytophen é bom

Ressaltamos também que não beber líquidos para manter resultados por mais tempo é um grave erro, pois a ausência de líquidos no organismo durante a realização de tratamentos que aceleram o metabolismo e a degradação de triglicerídeos pode ocasionar uma sobrecarga renal e hepática.

Leia também: Kifina é bom

As manobras podem ser combinadas a cremes poderosos e associada a equipamentos estéticos, especialmente o ultrassom, além de acessórios como rolinhos com ventosas e bambus, em sessões que podem durar até uma hora e meia.

Entre as substâncias mais usadas nos cremes utilizados com o objetivo de redução estão: castanha da índia, centelha asiática, ginkgo biloba, mentol e cânfora, cáscara sagrada, cafeína, fosfoditilcolina, entre outros. Os cosméticos hiperêmicos (que esquentam e deixam a região avermelhada) ajudam a ativar a circulação do local, otimizando o metabolismo e facilitando o processo de redução.

Leia também: Farinha seca barriga é bom

Já os crioterápicos (que esfriam o local) diminuem a temperatura das células adiposas, que acabam enviando uma mensagem ao hipotálamo, que, por sua vez, manda uma mensagem de volta para os adipócitos, aumentando o seu metabolismo para que a energia gasta produza calor para aquecer a área resfriada, ajudando assim a dissolver os lipídios.

Além dos cremes, géis e máscaras redutoras também são importantes aliados. Os ingredientes desses produtos melhoram a circulação. Alguns podem possuir enzimas que agem no interior das células de gordura e podem colaborar com a diminuição no processo de estocagem de lipídios. Outras máscaras corporais possuem alguns princípios ativos tensores, que têm a finalidade de tonificar a pele.

Considerando todos os cremes do mercado, o ideal é aquele que desliza bem, sendo agradável a sua sensação na pele. Isto também leva a uma grande economia, pois cremes que não deslizam e “grudam” na pele rendem muito menos do que deveriam.

Óleos corporais têm um bom deslizamento, no entanto, são mais difíceis de sair da pele. Às vezes, as clientes saem da cabine e vão direto para algum compromisso, não sendo conveniente que estejam “meladas” com o óleo, que pode até mesmo provocar manchas na roupa.

A realidade é que este tipo de tratamento deixou de ser realizado apenas em clínicas ou consultórios e, atualmente, praticamente todos os salões de beleza possuem um profissional que realiza massagens. É um chamariz para clientes ansiosas por ter uma silhueta mais bonita.

Para uma adesão consciente, é importante explicar detalhadamente todas as etapas do procedimento, o número de sessões do pacote, os resultados esperados e a necessidade de aliar dieta e exercícios físicos ao tratamento da massagem.

Kombucha: o que é, benefícios, como fazer, receitas, onde comprar?

Há quem prefira adquirir o produto pronto em lojas ou mercados. Aliás, há alguns anos, encontrar o kombucha nas prateleiras não é tarefa complicada, pois o mercado cresceu significativamente — tanto que há cerca de 5 anos existiam apenas 2 ou 3 marcas produtoras.

Em 2018, o Brasil viu surgir a ABKom, Associação Brasileira de Kombucha, que reúne mais de 40 empresas e produtores do país inteiro.

Nos EUA, onde já é bastante conhecida, a venda de kombucha movimenta cerca de 1 bilhão de dólares anualmente (quase 4 bilhões em reais) e, no Brasil, a estimativa é que movimente mais de 20 milhões de reais só em 2018.

O segmento promissor torna evidente que o produto é bastante querido entre os consumidores — seja pela variedade de sabor ou pelos benefícios ao organismo.

Índice — neste artigo você vai encontrar as seguintes informações:

O que é o Kombucha?
Origem
Benefícios: para que serve?
Malefícios
Kombucha emagrece?
Como é feito?
Como fazer o kombucha?
Primeira fermentação
Segunda fermentação
Quanto tempo de fermentação?
Como saborizar o kombucha?
Scoby: como cuidar?
Como tomar o kombucha?
Quanto consumir?
Como armazenar?
Quem não pode beber?
Receitas com kombucha
Onde comprar kombucha e preço
O que é o Kombucha?
Adocicada, gasosa e um pouco ácida, o kombucha é resultado do chá preto ou do chá verde adoçado com açúcar e fermentado com uma colônia de bactérias chamada de Scoby.

O açúcar funciona como alimento para as bactérias, fazendo com que elas se multipliquem e acrescentem a característica gaseificada à bebida.

Não importa exatamente a pronúncia — kombucha ou kombutchá —, são os benefícios e o sabor que fazem a fama da bebida, que é originária da China, passou pela Europa, América e chegou ao Brasil.

Com propriedades probióticas, ou seja, rico em bactérias boas para o funcionamento do organismo — semelhantes àquelas encontradas em iogurtes e no kefir — cada copo de kombuchá é rico em microrganismos vivos que se proliferam e promovem o bom funcionamento intestinal.

Além disso, dependendo das substâncias adicionadas à bebida, pode-se obter um líquido rico em vitaminas B1, B2, B3, B6, B12 e C, essenciais para a manutenção e funcionamento do organismo.

Os adeptos do consumo ainda apostam que a bebida pode melhorar o sistema imune, dar mais disposição e auxiliar no funcionamento digestivo. Mas também pode ser uma opção para substituir refrigerantes e sucos industrializados, tornando a ingestão mais saudável, sem perder o sabor.

Origem
O kombucha não é novo — aliás, há indícios de que a bebida já era popular na China da Dinastia Quin, ou seja, há mais de 2 mil anos. As tradições chinesas se espalharam e influenciaram várias culturas pelo mundo, não sendo diferente com o kombucha.

Não demorou muito para que a bebida chegasse à Rússia, Índia, Europa, América do Norte e, mais recentemente, ao Brasil.

Na Europa e Rússia, o produto era bastante apreciado e popular no período que antecedeu a 2ª Guerra Mundial. Mas devido ao racionamento de produtos como o açúcar e os chás, o consumo se tornou cada vez menor e mais difícil.

Mas sem perder a tradição, o kombucha foi reincorporado às práticas de consumo, tornando-se popular principalmente na Europa.

Aos poucos, com mais estudos sobre os benefícios dos alimentos, o produto despertou interesse devido às suas propriedades funcionais.

Benefícios: para que serve?
O kombucha é considerado um alimento probiótico e funcional. Seus benefícios são semelhantes àqueles dos iogurtes naturais, auxiliando no equilíbrio da flora intestinal e participando do bom funcionamento orgânico. Entre eles estão:

Melhora a absorção nutricional
Devido à capacidade probiótica, o kombucha auxilia na saúde do intestino, favorecendo a correta eliminação das fezes e o equilíbrio das bactérias naturalmente presentes na região.

Além de melhorar os sintomas da prisão de ventre, por exemplo, os probióticos fazem com que os nutrientes sejam melhor absorvidos no intestino e, por isso, o organismo tem melhor proveito das vitaminas e minerais ingeridos nas refeições.

Aumenta a saciedade
Os probióticos podem incentivar a produção de hormônios relacionados à saciedade, a leptina e a insulina, que agem reduzindo a fome e controlando as taxas de açúcar no sangue.

Quando o corpo consegue estabilizar os hormônios, a ingestão alimentar pode ser reduzida naturalmente e, aliada à alimentação balanceada e atividades físicas frequentes, fica mais fácil manter ou reduzir o peso.

Melhora a saúde da pele, ossos e órgãos
Com as vitaminas sendo devidamente absorvidas no intestino e bem aproveitadas, todo o organismo é beneficiado, pois não adianta se alimentar corretamente se os nutrientes não puderem desempenhar suas funções orgânicas.

O consumo de kombucha pode auxiliar a compor as quantidades recomendadas de vitaminas e minerais, proporcionando mais equilíbrio ao cardápio.

Além disso, a bebida pode aumentar a ingestão de líquidos, fazendo com que a pele fique mais hidratada, resistente e nutrida.

Age como antioxidante
Dependendo do chá escolhido como base, o kombucha pode ter boas quantidades de antioxidantes. O chá verde e chá branco, ambos derivados da planta Camellia sinensis, são os que possuem maior capacidade de combater os radicais livres — que estão associados ao envelhecimento precoce e às doenças degenerativas.

Melhora a disposição
Os chás possuem, em geral, cafeína — sobretudo o preto e o verde. A vantagem é que a concentração é inferior à do café (e por isso dificilmente irá afetar o sono), mas pode dar uma ajudinha na hora de trazer mais disposição e energia às atividades.

Além disso, a cafeína pode dar um ajudinha no metabolismo, ainda que sutil. Desde que o consumidor da bebida não tenha sensibilidade à substância estimulante, ela pode ser ingerida para auxiliar na manutenção ou redução de peso ou gordura.

Malefícios
O kombucha, se devidamente produzido e ingerido, não representa malefícios ao organismo saudável. É importante ressaltar que a bebida probiótica pode alterar o funcionamento intestinal e causar desconfortos em algumas pessoas. Podem surgir gases e estufamento, por exemplo.

Por ser um alimento ácido, pode haver pequenas alterações digestivas, devido à interação com o pH estomacal. Em geral, tende a ocorrer em pessoas que já possuem problemas estomacais, como gastrite ou refluxo.

Relatos da década de 1990 apontam que alguns pacientes que consumiram kombucha por longos períodos apresentaram disfunções hepática, acúmulo de ácido lático no organismo (acidose láctica), náuseas e reações alérgicas.

No entanto, os resultados também indicam que as reações adversas podem ser casos isolados ou decorrentes do preparo inadequado da bebida.

Assim como qualquer produto, o kombucha pode manifestar reações adversas, pois cada organismo se comporta de uma maneira perante os alimentos. Então o ideal é sempre observar os sinais do corpo.

Kombucha emagrece?

Diretamente, não. O emagrecimento é um processo multifatorial, que depende de uma rotina saudável, alimentação equilibrada, atividades físicas e um bom funcionamento do organismo.

Leia mais: Como emagrecer com saúde: dieta, exercícios, remédios, cardápio

Mas o consumo de kombucha pode ser um aliado na hora de reduzir medidas, pois o produto é probiótico e auxilia no equilíbrio da flora intestinal.

Com o sistema digestivo funcionando adequadamente, a absorção nutricional é melhorada e todo o organismo é beneficiado. O que pode, entre outras coisas, refletir no bem-estar, na disposição e auxiliar na prática de atividades físicas.

Além disso, com o funcionamento regular do intestino, sintomas de irritação ou ansiedade causados pela constipação, por exemplo, podem se minimizar e, com isso, manter uma alimentação adequada e sem excessos fica mais simples.

Outra forma de aliar a bebida ao emagrecimento é através de trocas saudáveis. Como o kombucha se assemelha a um refrigerante, escolhê-lo no lugar de outra bebida industrializada pode reduzir a quantidade de calorias ingeridas e tornar a dieta mais saudável.

Adicionando complementos termogênicos, como o gengibre, o metabolismo é favorecido e a queima de calorias pode aumentar também.

Como é feito?

Sem muitos segredos, produzir alguns litros probióticos de kombucha é uma tarefa simples — basta uma base de chá preferencialmente verde ou preto, açúcar, recipientes e o Scoby. Saiba mais sobre cada componente:

Chá
Os chás são a base da bebida, que tradicionalmente podem ser o preto, o verde ou o mate. Conforme o kombuchá se populariza, outras bases vão sendo testadas e usadas, como o chá de hibisco, erva-doce e chá branco.

Ricos em algumas propriedades, como polifenóis (catequinas ou taninos), que têm efeito antioxidante, além de alguns nutrientes como magnésio, potássio e ácido fólico, os chás fazem parte da cultura alimentar de diversas sociedades.

Além disso, auxiliam a compor o sabor e a coloração do kombucha, podendo ser escolhidos conforme a preferência de acidez, intensidade e doçura da bebida.

Açúcar
Os açúcares funcionam como alimento às bactérias. Podem ser utilizados açúcares branco, orgânico, demerara ou cristal, que vão interferir no sabor, aroma e coloração também.

Em geral, pode-se escolher o açúcar de acordo com as propriedades e características — lembrando que o refinado e o cristal são mais processados e calóricos, enquanto os orgânicos e mascavo são mais naturais e preservam propriedades nutricionais.

É possível usar qualquer um como fermentador, mas o açúcar mascavo nem sempre se torna uma boa opção, pois pode retardar a fermentação e afetar no resultado da bebida.

Apesar de serem geralmente considerados ruins, são os açúcares branco e refinado os mais recomendados para a fermentação.

A boa notícia é que o açúcar adicionado ao chá é, em grande parte, consumido pelas bactérias. Isso significa que após a fermentação, a bebida apresenta aproximadamente apenas 5g da substância (bem menos do que os, aproximadamente, 100g recomendados à fermentação).

Lembrando que a quantidade de açúcar no produto final depende também do tempo de fermentação — quanto mais tempo o kombucha fermentar, menor o índice de açúcar e mais ácida a bebida.

Em geral, após 5 dias de fermentação, a bebida já apresenta bem menos açúcar do que refrigerantes ou chás industrializados.

Por isso, pessoas com diabetes ou com restrição à ingestão de carboidratos e açúcares, geralmente, podem beber com moderação sem que as taxas glicêmicas sejam muito afetadas.

Leia mais: Quais os sintomas de diabetes? Pré, tipo 1, tipo 2, gestacional e mais

Além disso, há outra característica do kombucha resultante dos açúcares adicionados: álcool, que gaseifica o líquido e o deixa semelhante a um refrigerante.

Ainda que ele não seja adicionado ao preparo, o álcool é resultado da fermentação, porque as leveduras se alimentam do açúcar, geram o gás dióxido de carbono e quantidades bem pequenas de álcool.

Mas calma, a bebida pode ser consumida tranquilamente, pois o teor é extremamente baixo, inferior a 0,5%, fazendo com que o kombucha não se enquadre como bebida alcóolica.

Scoby
Chamado também de mãe do kombucha, o Scoby é um disco gelatinoso formado por bactérias e leveduras.

O nome é uma sigla de “symbiotic colony of bacteria and yeast” ou, em tradução livre, cultura simbiótica de bactérias e leveduras.

Com aparência transparente e consistência viscosa, a colônia é um aglomerado de microrganismos bons e funcionais, que — assim como qualquer alimento natural — pode ter sua composição variada de acordo com o local e época de produção.

Em geral, as bactérias e leveduras mais comuns presentes são Acetobacter xylinum, Acetobacter xylinoides, Acetobacter ketogenum, Saceharomycodes ludwigii, Saccharomycodes apiculatus, Schizosaccharomyces pombe, Zygosaccharomyces e Saccharomyces cerevisiae.

Esses microrganismos também são encontrados em iogurtes, leites fermentados e kefir.

Como a cultura se reproduz, o Scoby vai crescer e formar novos discos, que podem ser doados ou armazenados para novas produções de kombucha.

Starter
O starter é o líquido que vem junto com a primeira cultura do kombucha e deve ser usado em pequenas quantidades na fermentação. Sua função é auxiliar na regulação e manutenção do pH da bebida, deixando-a saudável.

Ele é indicado porque o chá recém preparado possui um pH diferente do kombucha e, portanto, adicionar o starter auxilia a regular a acidez, que favorece a fermentação.

Além disso, ao baixar o pH da base, evita-se que haja contaminação por microrganismos danosos ou indesejados, preservando o ambiente microbiótico saudável da bebida.

Como fazer o kombucha?

Para começar a produzir o kombucha em casa, é necessário conseguir um Scoby.

Em geral, as redes sociais possuem grupos de doação e troca de informações que tornam a obtenção mais fácil e rápida. Também é possível encontrar em lojas de produtos naturais ou empórios veganos, por exemplo, informações sobre doadores.

Nem sempre o Scoby vem em forma de disco — aliás, geralmente ele é apenas um pedaço pequeno, com cerca de 1g ou 2g da cultura.

Alguns vêm com uma pequena quantidade de líquido e outros vêm mais secos, mas em geral não há grande interferência no processo de fermentação.

Para começar, você precisa de:

1 Scoby;
100mL de starter (que geralmente vem junto com o Scoby);
1L de água;
6 colheres de sopa, ou conforme as recomendações da embalagem, de chá de sua preferência (preferencialmente preto ou verde);
3 colheres de chá de açúcar ou mais;
1 recipiente de 1,5L ou mais.
Lembrando que, ao adquirir o Scoby mais seco (ou seja, sem a quantidade suficiente de starter), você pode seguir o processo normalmente, apenas sem adicionar o líquido ao preparo. Após a primeira fermentação, você terá produzido o seu próprio starter.

Para começar, leve a água ao fogo e adicione o açúcar até que levante fervura. É válido lembrar que se pode usar qualquer açúcar, mas que os brancos e refinados apresentam melhores resultados, pois facilitam a fermentação.

Após ferver, adicione as ervas ou saquinhos de chá, tampe a panela e deixe em infusão. Espere que a bebida fique em temperatura ambiente, deixando que esfrie naturalmente.

Se o chá foi feito com ervas soltas, é importante coar o líquido.

Colocando o chá dentro do recipiente para o kombucha, deve-se adicionar o starter e a Scoby.

Lembrando que é uma cultura de bactérias e, por isso, é fundamental que as mãos e os recipientes estejam devidamente higienizados e secos.

O disco do kombucha pode afundar, boiar ou ficar suspenso no meio do líquido — não há um comportamento padrão.

Como a fermentação precisa de oxigênio, o recipiente deve ser coberto com um pano limpo de algodão, prendendo-o com um elástico, para que não haja contaminação da bebida.

Leia mais: Passo a passo: como fazer kefir de água e de leite?

Dicas e cuidados
É preciso cuidar com o manuseio e os materiais utilizados na fermentação do kombucha.

Todos os recipientes — garrafas, talheres, peneiras, potes, panos e elástico — devem ser devidamente higienizados, preferencialmente com água quente, e bem secos antes de iniciar o processo.

Opte sempre por talheres de madeira ou plástico e não use metais, aço ou inox, pois os materiais podem afetar na fermentação do líquido.

O ideal é que as garrafas sejam de vidro com tampas de alta vedação, para evitar que o gás escape e a bebida perca a gaseificação. Ao escolher o recipiente de vidro, é preciso ainda garantir que ele seja denso e resista à pressão alta, pois ele pode rachar ou explodir.

Primeira fermentação
Para a primeira fermentação, é preciso esperar cerca de 7 a 14 dias. Nesse tempo, o Scoby vai crescer e se movimentar pelo recipiente, formando uma “cultura-filha”.

Lembre-se de guardá-lo em um ambiente protegido, preferencialmente escuro ou ao abrigo do sol.

Após esse período, o Scoby estará bem mais grosso e denso, devendo ser separado do líquido fermentado.

Para isso, coloque o disco em um recipiente de plástico ou vidro e cubra com cerca de 200mL do kombucha pronto.

Em geral, há quem prefira descartar o líquido da 1ª fermentação e fazer o processo novamente antes de iniciar o consumo.

No entanto, há estudos e adeptos do kombucha que utilizam a 2ª fermentação apenas para adicionar sabor à bebida, consumindo o produto da fermentação inicial.

Caso prefira descartar o primeiro processo, pode-se usá-lo como substituto do vinagre para limpeza de alimentos, por exemplo. Nesse caso, o processo reinicia com o preparo do chá e a colocação de cerca de 100mL do fermentado (starter) da primeira produção.

Caso opte por consumir o kombucha da 1ª fermentação, basta seguir o processo de saborização ou 2ª fermentação.

Segunda fermentação
A 2ª fermentação pode ser realizada para adicionar sabor ao kombucha ou para quem deseja a bebida mais gaseificada.

É importante lembrar que o processo de produção de gases na 1ª fermentação também ocorreu, mas como o recipiente é tampado com um tecido, o gás consegue escapar e, por isso, resulta em um líquido mais semelhante a um suco do que a um refrigerante.

Para adicionar sabor à bebida, o ideal é fazer uma mistura na proporção de 20% do recipiente composto de suco ou frutas e o restante de kombucha. Para isso, o melhor é escolher garrafas de vidro, pois a fermentação gera gás e pode causar pressão e danos ao recipiente.

Para que a fermentação ocorra adequadamente, recomenda-se reduzir ao máximo a presença de oxigênio, por isso, sempre que possível encha o recipiente até a boca (promovendo uma fermentação anaeróbia).

Após adicionar todos os condimentos e completar a garrafa com o kombucha, vede bem a embalagem e guarde-a em um ambiente protegido da luz e sem umidade.

O kombucha deve fermentar por cerca de 3 a 7 dias, de acordo com a temperatura da região (locais mais quentes aceleram a fermentação).

Durante esse tempo, é necessário observar o processo de formação de bolhas (gases), pois garrafas de vidro não se expandem e, por isso, podem se romper ou explodir.

Quanto tempo de fermentação?
O tempo e o local de fermentação vão interferir diretamente no produto final, mas não há uma regra. Por isso, o ideal é se basear no sabor e consistência do último kombucha para regular a fermentação dos próximos.

De modo geral, pode-se seguir os seguintes critérios:

Menos tempo de fermentação: sabor mais doce;
Mais tempo de fermentação: sabor mais ácido e avinagrado;
Ambientes frios: fermentação mais lenta;
Ambientes quentes: fermentação mais acelerada.
Mas vale lembrar que a adição de frutas, complementos e até a saúde do Scoby podem afetar no sabor e quantidade de gás da bebida.

Como saborizar o kombucha?

Existem diversos modos de deixar o kombucha com um sabor especial, variando na intensidade e dando mais opções ao consumo.

Não há muitas regras na hora de escolher o que utilizar, sendo que é o paladar e a vontade que predominam na horas de testar os sabores e acrescentar ingredientes.

Alguns dos mais comuns na hora de saborizar a bebida são:

Frutas: limão, manga, morango, mirtilo, maçã, laranja, abacaxi e maracujá;
Temperos e extratos: gengibre, cravo, canela, pimenta, noz-moscada, hortelã, camomila;
Sucos integrais prontos: uva, maçã, maracujá.
Scoby: como cuidar?
Ao adicionar o Scoby ao chá, não se preocupe se ele afundar, boiar ou parar no meio do recipiente. De todas as maneiras, ele vai se proliferar.

O que pode acontecer é que a colônia se deposite no fundo do recipiente e, ao crescer, gere um Scoby-filho na superfície do líquido. Ou seja, haverá 2 discos após alguns dias.

Mas se ele permanecer boiando, rente à superfície, o Scoby vai apenas engrossar. Ao abrir e retirar o disco da bebida, será possível separá-los sem dificuldades.

A colônia tem uma aparência gelatinosa, transparente e puxada aos tons de creme e bege, mas bastante resistente. Ou seja, é possível manuseá-la sem medo que se rompa ou rasgue.

Mas nem sempre seu aspecto é de um disco perfeito — às vezes podem adquirir formatos e aparência um tanto estranhas.

Pontinhos ou aglomerados pretos são comuns e não representam mofo ou contaminação. Geralmente, são as leveduras que se acumulam.

Vale lembrar que conforme as fermentações vão sendo realizadas, os Scobys ficam cada vez mais uniformes e esteticamente agradáveis.

Para ter um disco sempre saudável, vale lembrar que os cuidados com a temperatura e armazenamento são indispensáveis. Apesar de não necessitar manter a scoby em geladeira, é bom evitar o calor excessivo e a exposição ao sol. Além disso, nunca a coloque no chá quente.

Para a primeira fermentação, não utilize tampas ou vede completamente o recipiente. Prefira sempre panos de algodão para que o oxigênio consiga passar.

Lembre-se de não deixar o disco seco, pois para que as bactérias fiquem vivas, elas precisam de alimento — ou seja, do chá adoçado.

E se alguma coisa der errado e sua colônia mofar, é preciso dispensá-la. O melhor é não tentar eliminar o mofo, pois pode trazer grandes riscos à saúde.

Devo lavar o Scoby?
Em geral, não é preciso. Se, ao retirar o disco do líquido, você notar que as leveduras estão se acumulando, formando “remendos” transparentes no disco ou soltos na bebida, é possível lavá-lo.

O ideal é retirar anualmente as leveduras excessivas, que ficam grudadas nos discos e boiando no chá. Depois, você pode usar água filtrada ou vinagre de maçã para fazer a higienização da colônia.

Leia mais: 10 benefícios do vinagre de maçã para sua saúde

Lembrando que o procedimento deve ser feito, no máximo, 1 vez por mês e de modo sempre delicado.

Para isso, coloque o disco em um recipiente adequado (plástico ou vidro) e esguiche a água ou o vinagre, passando a mão delicadamente e removendo as leveduras.

Meu Scoby estragou?
Em geral, é bastante fácil perceber quando o kombucha ou o Scoby foram contaminados, pois o disco ou o líquido fermentado apresentam placas de mofo — semelhantes àquelas que ocorrem nas frutas ou alimentos que estragam.

Caso ocorra, o mais recomendado é iniciar uma nova cultura para que não haja riscos aos organismo.

Como guardar o Scoby sem fermentar?
Caso você não queira fermentar mais chá, é possível guardar o Scoby para usá-lo futuramente.

Mas vale lembrar que por se tratar de um organismo vivo, o armazenamento por tempo indeterminado pode afetar a saúde do disco.

Para guardar adequadamente, você deve colocá-lo em um recipiente de plástico ou vidro, com uma pequena quantidade do líquido fermentado ou com chá adoçado — suficiente para cobrir o disco —, vedar bem a embalagem e colocar na geladeira.

Se o tempo de armazenamento for superior a 20 dias, é recomendado trocar o líquido, pois ele é o alimento da colônia. Então, mantê-la viva depende da renovação alimentar.

Também é comum que o recipiente de plástico fique estufado ou o de vidro acumule pressão devido à produção de gás.

Por isso, o ideal é abrir o recipiente semanalmente para que os gases sejam liberados.

Como tomar o kombucha?
O consumo de kombucha pode ser puro — após fermentar, é possível bebê-lo diretamente, sem saborizar — ou a partir da 2ª fermentação, em que geralmente se adicionam sabores.

Não há horário certo para consumo, mas em jejum, 15 minutos antes das refeições, a bebida pode trazer mais benefícios ao intestino.

Lembrando que o kombucha não é um remédio, mas sim um alimento funcional. Por isso, seu consumo é, em geral, bem tolerado por qualquer pessoa, desde que não haja alergias alimentares ou problemas intestinais relacionados os alimentos probióticos.

Quanto consumir?

A quantidade diária ideal é bastante relativa, até porque há quem beba somente pelo prazer e pelo sabor — um substituto mais saudável ao refrigerante — ou quem queira os benefícios do produto.

Nesse segundo caso, o mais indicado é começar uma ingestão diária de cerca de 150mL por dia, até que o organismo sinta os efeitos e se adapte à ação probiótica do kombucha.

Após 1 semana — se houver boa adaptação ao produto — a quantidade diária pode ser gradualmente aumentada.

É importante observar os efeitos, como as idas ao banheiro ou as mudanças no ritmo intestinal. Caso haja desconforto, não se deve aumentar o consumo, e em casos de reações adversas, o melhor é suspender a ingestão.

Em geral, não se deve ultrapassar 3 copos de até 200mL por dia, pois tudo — inclusive os alimentos — devem ser ingeridos com moderação.

Apesar do líquido ser benéfico, é necessário introduzir o kombucha como um complemento, não esquecendo de ingerir os 2 litros de água por dia e manter os cuidados com as demais refeições.

Como armazenar?
Após a fermentação, é possível armazenar a bebida e consumi-la diariamente. Para isso, é importante utilizar recipientes e utensílios de plástico e vidro que possam ser vedados ou devidamente tampados, evitando qualquer contato com áreas de metal, aço ou ferro.

Deve-se guardar a bebida na geladeira, podendo consumi-la por até 1 mês. Porém, vale lembrar que o kombucha mantém as bactérias vivas e, por isso, continua fermentando, fazendo com que o sabor sofra leves alterações, ficando mais ácido (semelhante ao vinagre).

Quem não pode beber?
Em geral, a bebida é bem tolerada pela maioria das pessoas saudáveis, mas podem haver contraindicações ou sensibilidade às propriedades.

Entre as pessoas que precisam buscar orientação profissional ou não recomendadas ao consumo do kombucha estão:

Crianças menores de 6 anos;
Pacientes com alterações no fígado;
Grávidas e lactantes;
Pessoas com dependência de álcool e outras drogas;
Pessoas com diabetes e outras doenças crônicas;
Pessoas com sensibilidade intestinal, incluindo Síndrome do Intestino Irritável ou quadros de diarreia;
Pessoas com problemas de imunidade;
Pacientes com HIV ou Aids.
Além disso, pacientes pós operados ou em processo de recuperação podem ficar mais suscetíveis à infecções decorrentes do consumo de kombucha, sobretudo quando feita artesanalmente e sem avaliação de órgãos sanitários.

Lembrando que pacientes que fazem uso de medicamentos contínuos devem sempre conversar com um profissional antes de introduzir alimentos, suplementos ou vitaminas na rotina.

Receitas
A bebida é versátil e pode ser tomada pura ou saborizada. Abaixo algumas dicas de receitas para dar mais variedade à alimentação:

Sorvete com kombucha
150mL de kombucha saborizado com frutas;
1 bola de sorvete.
Disponha o sorvete em um pote ou recipiente, adicione o kombucha gelado e sirva em seguida.

Detox de kombucha
Para preparar uma bebida capaz de acelerar o metabolismo e dar mais leveza à alimentação, você precisa de:

500mL de kombucha;
2 lâminas de gengibre;
2 folhas de couve;
50mL de água;
2 fatias de maçã.
Para preparar o kombucha detox basta bater a maçã, a couve, o gengibre e a água no liquidificador até obter uma mistura homogênea.

Depois, basta misturar com o kombucha, colocar em uma garrafa vedada e deixar fermentando por 24 horas. Após esse tempo, leve à geladeira e consuma diariamente.

Leia mais: Suco detox: emagrecedor, para perder barriga, como fazer, receita

Falso mojito de kombucha
Mojito é uma bebida tradicionalmente alcóolica, que leva limão e hortelã no preparo. Você pode fazer um versão natural e saudável, que fica bastante refrescante:

Folhas de hortelã;
Limão em rodelas;
50mL de suco de limão;
100mL de kombucha.
Prepare o suco de limão até obter 50mL do concentrado. Coloque em um recipiente as rodelas de limão, o suco concentrado, as folhas de hortelã e o kombucha, feche e deixe fermentar por cerca de 24 horas. Sirva gelado.

Leia também: o que é Kombucha

Onde comprar kombucha e preço
É possível encontrar a bebida pronta para o consumo em lojas e empórios de produtos naturais ou mercados.

Leia também: Phytophen funciona

Em geral, ela é comercializada em garrafinhas pequenas, de 330mL, com diversidade de sabores e cores.

A faixa de preço depende principalmente da marca, que pode ser a partir de R$ 8, chegando a R$ 25 por garrafinha.

Para quem deseja produzir em casa a própria bebida, é necessário adquirir o Scoby. Em geral, em redes sociais, grupos de trocas e nas próprias lojas é possível encontrar doadores.

Em alguns locais, pode-se encontrar os scobys para venda, que são comercializados entre R$ 25 e R$ 50.

Leia também: Kifina

Buscando novas formas de se alimentar e promover melhorias à saúde, o mercado e os consumidores investem em alimentos funcionais, como o kombucha.

Conquistando cada vez mais espaço, o produto pode ser encontrado em lojas — pronto para consumir — ou pode ser produzido em casa — tornando a relação com o alimento mais artesanal.

Para saber mais dicas de alimentação e bem-estar, fique de olho no Minuto Saudável!